Como fazer um ótimo Onboarding?

Iniciar o trabalho em uma empresa nova é um grande desafio. Isso pois, o relacionamento com as pessoas e conhecimento do negócio é algo que partirá do zero. Por esse motivo, é necessário entender como realizar um ótimo Onboarding, para não passar despercebido quando o assunto é ser destaque. Dessa forma, se você não sabe o significado desse termo e nem como realizá-lo, é hora de continuar a leitura. Nela, você vai descobrir tudo que precisa para se sair bem.
Como tomar decisões mais assertivas na carreira?
Você entende como tomar decisões mais assertivas pode alavancar a sua carreira? Sabe analisar as possibilidades que aparecem na sua vida profissional e decidir pela mais alinhada aos seus objetivos? Então, aprenda a identificar quais são as decisões que têm o poder de ocasionar o seu crescimento e quais delas podem estagnar a sua carreira. Ficou interessado? É só aplicar os insights que tirar deste artigo na próxima decisão que tomar. Como tomar decisões profissionais corretas? Para tomar decisões profissionais corretas, seja na mudança de cargo ou de empresa, é necessário identificar se estão de acordo com seus planos. Assim, mesmo que surjam oportunidades de última hora, você precisa analisá-las. Nesse sentido, tomar decisões assertivas na vida profissional é um hábito que depende, antes de tudo, de autoconhecimento. Isso porque, tomar decisões boas para a sua carreira significa saber quais são elas. Logo, mesmo que você seja melhor remunerado em uma vaga, se ela não for condizente com o seu perfil, pode te trazer consequências futuras. Desse modo, é ideal saber quais são as suas características profissionais. No entanto, muitos colaboradores têm dificuldade em abrir mão das decisões não tão assertivas. Dentre os motivos para isso pode estar o apego a uma etapa da carreira que devia ser finalizada para dar espaço a uma nova. Além disso, o medo de não se adaptar aos novos desafios também pode roubar a capacidade de tomar decisões profissionais assertivas. Portanto, para que isso não crie empecilhos à sua carreira vá ao próximo tópico e saiba mais. Por que tomar decisões assertivas é mais difícil no início da carreira? Tomar decisões assertivas é mais difícil no início da carreira porque a maioria dos recém formados sente que a falta de experiência os atrapalha nisso. Logo, quando optam por ingressar no mercado de trabalho não sabem como prosseguir. Nesse sentido, tomar decisões nessa primeira etapa é complicado porque falta a bagagem profissional para confirmar se são ou não corretas. Dessa maneira, o ideal é que o colaborador não se cobre, caso falhe nas suas escolhas. Isso porque é desse modo que ele construirá os aprendizados que o ajudarão nas próximas decisões. Porém, é bom ficar atento se os erros se repetem na hora de analisar e escolher uma opção. Assim, se eles persistirem, uma dica valiosa é começar a desenvolver as suas soft skills como forma de se conhecer profissionalmente. Desse modo, você pode aprimorar as suas habilidades comportamentais e corrigir esse comportamento. Portanto, agora que você já sabe os motivos pelos quais é mais difícil tomar decisões assertivas no início da carreira, é hora de ir em frente. Para isso, basta ir ao tópico abaixo e se informar das consequências de uma decisão errada. Como tomar decisões erradas pode prejudicar a sua carreira? Tomar decisões erradas, tanto no início como em qualquer etapa da sua carreira podem trazer consequências, a exemplo do desvio de foco. Isso faz com que, em alguma fase da vida profissional, você se sinta perdido. Além disso, você pode se tornar um profissional amedrontado pela ideia de tomar decisões, caso tome muitas que considere erradas. Assim, os desdobramentos que elas podem gerar estão ligados à perda de autoconfiança. Nesse sentido, você pode sofrer uma estagnação na carreira por não ser considerado um profissional decisivo, que sabe tomar decisões boas. Logo, a falta de capacidade para tomar decisões afetam não só a você, como a empresa. Dessa forma, surgindo uma oportunidade de liderança, a indicação principal não será você. Por isso, para que você escape de se tornar um colaborador que não toma decisões certeiras, vá ao vídeo abaixo. Nele, há dicas práticas para que você se torne um profissional de destaque. É só conferir. Após isso, é o momento de entender como ter iniciativa pode te ajudar a tomar decisões assertivas durante a carreira e na execução do seu trabalho. Ficou curioso? Então, leia o próximo tópico. Ter iniciativa ajuda a tomar decisões assertivas? Ter iniciativa te ajuda a tomar decisões mais assertivas porque te torna um profissional proativo no seu ambiente de trabalho. Assim, realizar uma tarefa sem necessitar de um pedido externo te impulsiona a sair da sua zona de conforto. Logo, fazendo isso, você se coloca em contato com um número maior de desafios profissionais. Desse modo, conforme resolvê-los você cria uma confiança e uma bagagem maior para tomar suas decisões. Nesse sentido, ser um colaborador que tem iniciativa é um dos primeiros passos para ter mais decisões assertivas. Isso porque, é esse o momento de errar e poder reavaliar os seus erros para não repeti-los. Então, tomar decisões assertivas está mais ligada ao fato de treinar essa habilidade a acertar de primeira. Dessa forma, para aprimorar essa soft skills é necessário não somente praticá-la mas entendê-las. Portanto, se você deseja entender o que precisa para tomar decisões difíceis ao longo da sua vida profissional, vá ao tópico abaixo. Nele você aprenderá o necessário para fazer suas escolhas com segurança. Como tomar decisões difíceis ao longo da vida profissional? Tomar decisões difíceis ao longo da sua vida profissional é a experiência que mais pode te gerar aprendizados na carreira. Por isso, saber uma forma prática e analítica de fazer isso pode te ajudar. Nesse sentido, toda tomada de decisão parece ser difícil quando você não se sabe o que decidir profissionalmente. No entanto, decidir sobre um novo cargo dentro da empresa parece menos difícil do que pedir a sua demissão. Então, para que as suas decisões difíceis sejam tomadas o quanto antes, durante a sua carreira, é preciso analisar os prós e contras delas. Dessa maneira, veja se as suas metas condizem com as oportunidades que te oferecem. Logo, tenha os seus objetivos profissionais bem definidos para saber se estão de acordo com essa análise. Assim, evita tomar decisões difíceis de uma forma que não te beneficie e não cria uma bloqueio para tomá-las. Portanto, após analisar as circunstâncias que envolvem uma tomada de decisão assertiva, vá ao próximo tópico
Como montar um currículo profissional?
Montar um currículo profissional é uma tarefa complicada quando você não sabe o que deve conter nele. Na verdade, você pode ate ter uma ideia básica sobre pontos que não devem faltar, mas sabe como se destacar? Se a resposta é sim, esse artigo vai te ajudar a melhorar ainda mais a forma como vende suas experiências. Se não, descubra agora o passo a passo para montar um ótimo currículo. Como elaborar um currículo profissional? Para montar um currículo profissional que destaque suas experiências mais marcantes, você deve identificar um objetivo específico. Isto é, para qual vaga deseja se candidatar. Isso pois, muitos profissionais costumam preenchê-lo com experiências que não têm relação com a vaga pretendida. Assim, isso pode ocasionar perguntas que podem te colocar em uma situação complicada. Um exemplo é o recrutador te perguntar como uma determinada experiência pode te ajudar no cargo que você está concorrendo. Por esse motivo, elaborar um currículo profissional requer estar atento a quais informações são mais pertinentes para o momento. Dessa forma, o primeiro passo para elaborar um currículo ideal é ter um resumo de todas as atividades desempenhadas em cada função que você ocupou. Em seguida, é importante analisar os requisitos da vaga e ver quais as suas experiências que mais se adequam a vaga. Nesse sentido, a escrita é importante. Nada de descrever de forma literal tudo que foi feito no seu último trabalho. Fazer isso é tornar seu currículo menos atrativo que os demais. Por isso, é hora de conhecer mais sobre como montar um currículo profissional. Currículo profissional: quais as informações básicas? Essa é uma dúvida de muitos profissionais que estão no início de carreira e até mesmo dos que buscam uma recolocação profissional. Isso porque, alguns aspectos, como endereço completo e estado civil, não devem ser incluídos. Dessa forma, um bom currículo profissional deve conter como informações básicas seu email, telefone, formação acadêmica, cidade e estado. Caso a vaga tenha como pré-requisito a disponibilidade para mudanças, é interessante deixar registrado. Nesse sentido, não se deve colocar em um currículo profissional dados referentes a documentos, como CPF e RG. Essas não são informações relevantes para a vaga nesse momento. Você deve enviar os números dos documentos assim que for ocupar a vaga, não antes. Tenha em mente que, as informações básicas de um currículo profissional são pontos que ajudem o recrutador a identificar seu grau de instrução, contato. Atrelado a isso, a localização também é necessária, mas como já dito, não é necessário informar o endereço completo. Feito isso, é importante definir um objetivo profissional, algo que você verá de forma mais detalhada no segundo passo desse artigo. Currículo profissional: como elaborar o objetivo? Descrever qual o objetivo em um currículo profissional requer síntese. Isso pois, muitos profissionais têm interesses em diversas áreas e se sentem perdidos sobre o que devem inserir como objetivo. Se esse é o seu caso, sugiro que para cada vaga distinta, elabore um currículo. Você precisa compreender que seu currículo profissional precisa ser algo direcionado. Algo muito abrangente pode te impedir de conseguir a vaga. Assim, o primeiro passo para elaborar o objetivo da maneira correta é definir para qual vaga você vai se candidatar. Em seguida, você precisa ter em mente qual o nível hierárquico que pretende ocupar e a área. Dessa forma, essas informações servirão como seu objetivo em um currículo profissional. Para que você compreenda com mais clareza, suponha que deseja ocupar uma vaga de Analista de Supply Chain. Se esse é o caso, seu objetivo será “Analista de Supply Chain”. Essa informação e muitas outras presentes no seu currículo profissional servirão de insumo para uma entrevista. Nesse sentido, se você está buscando um estágio e não sabe o que fazer para ser aprovado, confira o vídeo abaixo: Assim, é hora de conferir a próxima seção desse artigo. Nela, você vai aprender sobre um assunto importante: o resumo profissional. Como fazer um resumo profissional? Se você é um recém formado ou até mesmo um universitário procurando pelo primeiro estágio, o resumo de um currículo profissional é opcional. Isso pois, você ainda tem poucas experiências no mercado de trabalho. No entanto, se você já trabalha há mais tempo, faz sentido elaborar um resumo. Assim, o que deve conter nele é o ramo no qual você trabalhou, a duração e o trabalho desempenhado. Nesse sentido, se você deseja fazer uma transição de carreira, é importante que descreva informações que te ajudarão nesse novo caminho. Por isso, estruturar seu resumo de modo que ele reflita suas soft skills é uma ótima maneira de fazer isso. Para se ter uma ideia, suponha que você trabalhou por três anos como Gerente de Finanças e pretende se candidatar para um vaga em Marketig. Como elaborar um resumo nesse caso? Foque nas habilidades que são transferíveis de um trabalho para o outro, como por exemplo “gerenciamento de equipes”, “análise de dados”, dentre outras. Isso vai te ajudar a se sair melhor na avaliação de currículo profissional e em outros momentos que ele será avaliado no processo seletivo. Além disso, você deve ficar atento em relação a descrição das suas atividades, a quarta seção desse artigo. Currículo profissional: como vender suas experiências? Com certeza, você já deve ter escutado que seu currículo profissional é a sua vitrine. Nesse sentido, descrever suas experiências de modo a torna-las atraentes é fundamental para conseguir a vaga. Assim, você precisa mostrar as atividades mais importantes que desenvolveu em suas outras experiências, assim como os resultados. Para isso, é necessário que você liste todas as suas demandas em um determinado cargo que ocupou. Em seguida, observe quais são as mais relacionadas a vaga pretendida. Dessa forma, uma dúvida muito comum sobre um currículo profissional é se, ao não ter experiências profissionais, deve-se inserir experiências acadêmicas. E a resposta é sim. As experiências adquiridas durante a faculdade devem ser descritas em um currículo profissional no início da carreira. Assim, elas devem ser incluídas em uma seção especifica
O que é o Fit Cultural e como se sair bem nesse teste?
Você já ouviu falar de fit cultural? Sabe o que significa? Essa é uma dúvida muito comum entre os candidatos de um processo seletivo. Isso pois, alguns até sabem do que se trata, mas não conhecem como se preparar para ele. Se quer entender mais, esse enigma sobre como mandar bem no fit cultural vai ser desvendado aqui nesse artigo. Ficou curioso? Continue a leitura e descubra tudo sobre como ser aprovado quando o assunto é fit cultural. O que é o fit cultural? O fit cultural é um teste utilizado pelas empresas de Recrutamento e Seleção para avaliar se os candidatos possuem o perfil desejado. Dessa forma, esse tipo de avaliação busca entender se você está alinhado à cultura da organização na qual está tentando a vaga. Isso pois, é cada vez mais comum funcionários saírem das empresas que trabalham por não conseguirem se adaptar bem à cultura. Nesse sentido, é importante conhecer não só o que o fit cultural busca avaliar, como também maneiras de mandar bem nesse tipo de teste. Para isso, o primeiro passo é compreender bem o funcionamento dessa avaliação. Assim, tenha em mente que na elaboração de uma prova como está, é comum que os profissionais da empresa realizem o fit cultural. Em seguida, quando você realiza o teste, suas respostas são confrontadas com as respostas desses profissionais. É assim que boa parte das empresas avaliam o quão aderente você está à cultura da empresa. Afinal, quem melhor que os próprios colaboradores da empresa para dizerem sobre o fit cultural? Portanto, se quer entender mais sobre o funcionamento desse teste e como se sair bem, confira os próximos passos. Fit cultural: como esse teste funciona? Medir o seu nível de alinhamento com o ambiente de trabalho. É com esse intuito que o teste de fit cultural vêm sendo aplicado cada vez mais em candidatos de processos seletivos. Nesse contexto, a forma como essa avaliação é elaborada pode variar de empresa para empresa. Isto é, algumas optam para que os profissionais da empresa joguem o teste e a nota deles se torna a referência. Já outras, preferem realizar uma reunião com as recrutadoras e definirem quais características pessoais um candidato precisa ter para se sair bem na empresa. Desse modo, não há uma regra, embora a primeira opção citada seja a mais comum. Por esse motivo, o teste de fit cultural se torna um aliado quando você compreende todo o seu funcionamento. Ao entender os aspectos que envolvem esse tipo de avaliação comportamental, você passa a observar qual a melhor maneira de respondê-lo. No entanto, não se engane achando que essa melhor maneira é assinalar as opções que você acredita que a empresa gostaria que um candidato tivesse. Pelo contrário, a forma mais assertiva de se sair bem nesse tipo de teste é ler o próximo passo desse artigo. Nele, você vai aprender como fazer um teste de fit cultural. Fit cultural: como responder esse tipo de teste? Para responder esse tipo de teste, você precisa conhecer mais sobre a empresa. Isso pois, quanto mais você estiver por dentro das medidas que a organização vem tomando, mais atento você estará. Mas atenção, não basta apenas entender sobre a empresa, é preciso entender também sobre você, algo que está relacionado ao autoconhecimento. Através dele, você será capaz de identificar o ambiente de trabalho que você busca para a sua carreira. Ter isso em mente é essencial para mandar bem nesse tipo de teste. Ao conhecer mais sobre si mesmo, você verá que algumas empresas combinam mais com o que você busca para a sua carreira. E ao conhecer as empresas, você terá mais discernimento sobre quais são as mais alinhadas ao seu perfil profissional. Portanto, a melhor dica sobre como responder esse tipo de teste é observar os dois lados: você e a empresa. Onde ambas se conectam? Esse é ponto. Identificar isso vai te ajudar a ter mais clareza sobre os motivos pelos quais você deseja ingressar nessa empresa. Algo que está relacionado a sua realização profissional. Assim, se quer entender mais sobre a realização profissional, confira o vídeo abaixo. Nele, falo mais sobre esse assunto: Agora é hora de dar mais um passo para mandar bem no fit cultural: compreender como você funciona. Compreendendo como você funciona Já parou para pensar em quais ambientes de trabalho você se dá melhor? Em ambientes onde há mais rotinas ou em ambientes um pouco mais dinâmicos? Esse tipo de percepção pode te ajudar muito no teste de fit cultural. Isso pois, ao não saberem como funcionam, muitos candidatos se inscrevem para um volume muito grande de processos seletivos. Querem tentar todas as oportunidades de trabalho que o mercado oferece, sem conhecer quais se adequam melhor. Fazer isso sem ter uma boa bagagem de autoconhecimento é ficar estagnado no teste de fit cultural. Isso pois, à medida que nos escrevemos em muitas vagas, pouco tempo temos para pesquisar sobre a empresa. Se esse é o seu caso, aí vai uma dica: sempre que se inscrever para uma vaga, observe o perfil desejado pela empresa. Esse perfil tem relação com o que você busca para sua carreira? Além desse fator, relembre também os ambientes nos quais você já trabalhou. Quais foram aqueles que você mais gostou? Por quais motivos? Essas são perguntas que te ajudam a entender quem é você no trabalho, algo de fundamental importância para se sentir realizado. Assim, outro ponto importante é olhar para a empresa com mais exatidão, o que você vai aprender no próximo passo. Observando como a empresa opera Para chegar nas etapas de dinâmica de grupo e entrevista de um processo seletivo, é essencial que você conheça como a empresa opera. E isso também serve para o teste de fit cultural. Ao aprofundar seus conhecimentos sobre as estratégias adotadas, os próximos passos e o modo de operar da empresa, você saíra na frente. Mas como saber de todas essas informações? Acompanhar jornais e o site
Como se tornar um profissional com uma maior flexibilidade?
Você sabe se reinventar ao longo da profissão? Se sente um colaborador mais flexível às mudanças? Não? Então, deixe a sua rigidez de lado e a se torne um colaborador mais adaptável ao que é exigido pelo mercado de trabalho por meio das dicas abordadas nesse artigo. Ficou interessado? É só conferir o conteúdo e colocá-lo em prática em seu ambiente de trabalho. O que é a flexibilidade? A flexibilidade é a habilidade que um profissional tem de se reinventar para se tornar adaptável às exigências do mercado de trabalho. Dessa forma, quanto mais flexível ele for, mais se encaixará no ambiente corporativo. Isso porque as empresas atualmente estão em constante inovação. Assim, se o colaborador não souber se acostumar às novas rotinas de transformação tecnológica pode ser alvo de uma demissão. Logo, para desenvolver a sua flexibilidade é necessário deixar o apego às velhas ideias de lado para aceitar as novas formas de trabalho. Nesse sentido, atualmente você pode exercer as suas atividades sem necessitar de locomoção até a sede da empresa. Dessa forma, o funcionário que não se adaptou ao home office, possivelmente, perdeu um pouco da produtividade. Então, quando há pouca ou nenhuma flexibilidade, as outras habilidades são prejudicadas. Além disso, caso o funcionário passe por uma mudança brusca, não saberá lidar com ela. Portanto, para que você não se estresse tentando aprimorar a sua flexibilidade sem uma estratégia consistente, esse artigo te ensinará a fazer isso. Assim, é só conferir a primeira delas no próximo tópico. Como a flexibilidade é exercida nas relações interpessoais? A flexibilidade é exercida nas relações interpessoais quando você passa a se comportar de forma menos rígida com os colegas de trabalho. Desse modo, quando um deles pede ajuda, você é o primeiro a oferecer. Logo, deixar a irritabilidade de lado e auxiliar um colaborador nas suas tarefas, pode te gerar uma maior flexibilidade. Isso porque, ao se tornar empático às dificuldades do outro, você se dá a oportunidade de aprender com elas também. Então, desenvolver a flexibilidade, ao contrário do que muitos profissionais pensam, não é uma tarefa somente interna. Dessa forma, há uma maior adaptação aos desafios da empresa sem que, necessariamente, eles sejam seus. Portanto, quando precisar lidar diretamente com eles, você já estará treinado. Além disso, estabelecer a comunicação nas suas relações interpessoais pode te ajudar a se antecipar às mudanças. Por isso, para ter mais flexibilidade, comece realizando tarefas em equipe. Não entendeu o porquê? Então confira no próximo tópico e não deixe de seguir nenhuma dica dessas. Quais são os ganhos da flexibilidade em um trabalho em equipe? O trabalho em equipe é um ótimo aprendizado para o colaborador que quer aumentar a sua flexibilidade. Isso porque, ao lidar com diferentes profissionais, você aprende a negociar para ter bons resultados. Nesse sentido, a flexibilidade também depende da capacidade de negociação quando se trata de uma decisão conjunta. Por isso, fazer parte de uma equipe é uma grande oportunidade para se adaptar às visões dos outros. Logo, quando há uma discussão saudável sobre um mesmo aspecto, você pode analisá-lo do ponto de vista de um outro colaborador. Assim, aprende várias formas de enxergar um único desafio. Essa experiência é uma das mais enriquecedoras para a sua flexibilidade porque te impulsiona a ceder em partes para alcançar um bom resultado. Então, para que saiba mais sobre esse assunto eu te trouxe um vídeo. Nele, eu te ajudo a lidar com as suas relações interpessoais e em equipe no trabalho. Ficou curioso? Então, confira agora mesmo! Após isso, é só ler a próxima dica para alcançar a sua flexibilidade no trabalho e acelerar a sua carreira. Como a inovação se une à flexibilidade? A inovação é uma das principais características do profissional que adquire flexibilidade. Isso porque, ao estar disposto a aprender com os outros, ele consegue adaptar a visão dos demais à sua. Assim, unindo vários pontos de vista ao seu, o colaborador se torna mais reinventivo e, consequentemente, inovador. Dessa forma, quando há um problema a ser resolvido, ele está mais preparado para lidar. Nesse sentido, a sua flexibilidade vem da sua escuta ativa. Logo, essa habilidade o ajuda a pensar em soluções diferenciadas a partir da junção de várias opiniões sobre o mesmo tema. Além disso, ao precisar adaptar as diversas propostas apresentadas à solução mais assertiva, ele exercita a sua capacidade inventiva. Desse modo, consegue apresentar respostas mais inovadoras. Portanto, se o seu desejo é se tornar um profissional com uma maior flexibilidade e, por conseguinte, inovação, comece a escutar a sua equipe. Após aplicar essa dica na sua carreira, é hora de aprender mais. Quais os benefícios dessa habilidade? Os benefícios da flexibilidade, além dos já mencionados ao longo do texto, são o destaque e o crescimento profissional. Isso porque, aplicando essa habilidade na sua carreira você se encaixa no que o mercado espera de você. Além disso, como há uma procura enorme por profissionais flexíveis, as empresas tendem a estar mais preparadas para recebê-los. Desse modo, adaptar- se à rotina de trabalho fica bem mais fácil. Logo, é como se a empresa passasse menos tempo te ensinando o que precisa ser feito porque a sua habilidade te torna autodidata. Então, desenvolver a flexibilidade profissional é um ganho para o colaborador. Nesse sentido, quanto mais você aprender se adaptando e se reinventando, melhor é para o seu crescimento profissional. Isso porque, essas características fazem com que a empresa saiba o quanto você tem gerado valor. Portanto, você passa a ser considerado um destaque com alta capacidade de se adaptar a um possível novo cargo. Assim, quando surge uma nova vaga, as suas chances de ser indicado são bem maiores. Após tomar conhecimento sobre os benefícios da flexibilidade, é hora de entender como ela pode ser melhorada. Para isso, basta ir ao próximo tópico. O que você perde sem essa habilidade? Sem a flexibilidade fica muito difícil se adaptar às mudanças do mercado e, por consequência, se manter
Como ter mais autonomia no trabalho?
Você sente que tem autonomia no seu trabalho? Saiba que ela é um dos principais fatores que fazem com que um profissional se sinta seguro no ambiente. Nesse sentido, conquistar a autonomia é uma tarefa que demanda dedicação. Isso pois, você precisa criar confiança no seu chefe para que essa conquista aconteça. Ficou interessado em aprender mais sobre isso? Confira esse artigo e saiba tudo sobre como ter mais autonomia no ambiente de trabalho. Qual a importância da autonomia? Não ter autonomia no ambiente de trabalho pode gerar uma sensação de sufocamento em alguns profissionais. Nesse sentido, alguns se sentem desmotivados e costumam se afastar da equipe. Se esse é o seu caso, saiba que há uma saída para que você conquiste a autonomia desejada. Através dela, você se sentirá mais confortável para expor suas opiniões, ideais e mentorar colegas de trabalho. Para isso, existem alguns passos que devem ser colocados em prática. O primeiro deles é que seu líder precisa ter confiança no seu trabalho. Sem isso, poucas serão as chances de ser mais autônomo no trabalho. Atrelado a esse fator, é necessário que seu chefe saiba o que você tem desenvolvido na empresa. Isso requer estar alinhado às expectativas que uma profissional que ocupa o seu cargo precisa atingir. Outro ponto importante é saber trabalhar em equipe. Afinal, ter uma boa relação com seus colegas de trabalho, ajudando-os a alcançarem seus objetivos, faz com que você seja uma referência. Dessa forma, conquistar a sua autonomia é o primeiro passo para crescer profissionalmente. Isso porque, você vai demonstrar que está desenvolvendo as soft skills necessárias para se tornar um líder. Assim, se quer conhecer mais sobre o passo a passo para conquistar sua autonomia, confira as próximas seções. Autonomia: conquistando a confiança Conquistar a confiança do seu líder requer estar atento aos profissionais valorizados na equipe. Assim, o primeiro passo aqui é avaliar os profissionais indispensáveis na sua área. O que eles têm que os fizeram conquistar a confiança? Boa parte deles desenvolveram suas soft skills. Desse modo, uma das habilidades mais importantes que eles possuem é a capacidade de liderar pessoas. Por esse motivo, mesmo que ainda não tenha muito autonomia, aplique a liderança no seu trabalho. Isso requer ajudar um colega a desenvolver um trabalho complexo, se mostrar interessado nas reuniões e identificar oportunidades de melhoria. Além de realizar todas essas sugestões, você precisa demonstrá-las ao seu chefe. E é aí que muitos cometem o erro de ficar calados, esperando que seus líderes vejam sozinhos o que está acontecendo. Se você pensa dessa forma, pare imediatamente. Tenha em mente que, é necessário que você auxilie seu Gestor a entender o que você tem realizado no seu trabalho. É você quem tem que se fazer prioridade para ele quando o assunto é autonomia. Para conquistar o que deseja, no próximo passo você vai aprender sobre alinhamento de expectativas. Autonomia: alinhando as expectativas Você costuma ter reuniões periódicas com seu chefe para alinhar expectativas? Sabe quais são suas metas individuais? E as metas da equipe? Conhece quais são as mais importantes? Todas essas perguntas podem te ajudar a entender onde está errando quando se trata de conquistar sua autonomia. Você precisa estar ciente do que está acontecendo com a área e deixar seu chefe a par do seu esforço. Nesse sentido, se você nunca teve uma reunião sozinho com seu líder, para discutir assuntos relacionados a sua carreira, é hora de realizar uma. Para isso, seja proativo e explique ao seu Gestor o intuito da reunião e a disponibilidade. Ao fazer isso, você vai mostrar que está interessado em conhecer mais sobre seu o que é esperado do seu trabalho. Portanto, utilize essa reunião para definir metas e prazos. Mas atenção, não prometa coisas das quais você observou que no prazo estipulado, não conseguirá cumprir. Faça com que essa reunião seja um ambiente aberto para conhecer as expectativas sobre você e priorizar as mais importantes. Para te ajudar nessa tarefa, confira abaixo um vídeo em que falo mais sobre esse assunto: Atrelado a esse fator, na próxima seção vamos falar de marca pessoal. Como a marca pessoal interfere nesse assunto? Sem desenvolver uma forte marca pessoal, poucas serão as chances de conquistar autonomia. Isso pois, um dos pilares da confiança, assunto tratado no primeiro passo, é a visão que os outros têm sobre você. Por esse motivo, pense um pouco. Você sabe o que os outros falam sobre você quando não está presente? Saiba que isso é importante para se tornar mais autônomo no ambiente de trabalho. Se os outros profissionais não têm o que falar sobre você, sua marca pessoal não é tão forte no ambiente de trabalho. Para isso, adote uma postura mais assertiva: pense em maneiras de gerar mais valor para a empresa. À medida que você estiver participando de inciativas geradoras de valor, verá que o networking com pessoas de outras áreas será mais fácil. Estreitar o relacionamento com profissionais de setores diferentes do seu é essencial para que os outros conheçam seu trabalho. Para isso, levante os contatos mais importantes para sua área e comece seu networking com eles. Isso pois, podem surgir desafios comuns a ambas as áreas e a sua participação será a chave para construir uma marca pessoal forte. Outro ponto importante é conferir o próximo passo, para entender mais sobre trabalho em equipe. Como o trabalho em equipe pode ajudar? Quando é solicitado que você trabalhe em equipe, o que costuma fazer? Gosta de fazer suas atividades sozinho? Consegue mostrar o que realizou? Ajuda um colega que está com dificuldade? Muitos profissionais acreditam que são ótimos trabalhando em equipe, mas estão sempre trabalhando sozinhos quando as tarefas são em grupo. Nesse sentido, ter uma equipe de trabalho é um momento extremamente propício para demonstrar que merece a autonomia. Portanto, não perca essa chance. Vá para as reuniões em equipe com a mentalidade de que está ali para direcionar a todos rumo aos resultados.
Como melhorar a sua oratória pode acelerar a sua carreira?
Você sabe quais são as diferenças entre a comunicação efetiva e uma boa oratória? Entende como dominar a habilidade de falar bem em público pode te colocar à frente dos demais profissionais? Então, aprenda tudo isso por meio deste artigo e coloque em prática todas as dicas dadas para melhorar a sua oratória. Ficou interessado? É só conferir abaixo e passar a aplicar esse conhecimento na sua rotina de trabalho. O que é a oratória? A oratória é a habilidade de falar bem em público. Nesse sentido, muitos profissionais deixam de desenvolvê-la por acharem que nunca terão a oportunidade de se comunicarem para mais pessoas. Logo, quando passam por um momento desses, se sentem inseguros e nervosos, justamente por não dominarem uma única técnica que poderia os ajudar. Então, se você já passou por algo assim, saiba que há como melhorar a sua oratória. Isso porque, essa habilidade não é dom e, sim, um hábito alimentado pela prática, mesmo que sem uma plateia enorme como espectadora. Por isso, você deve desenvolver a sua oratória mesmo que não sinta falta dela agora. Além do mais, esperar sentir a falta de uma habilidade para começar a desenvolvê-la não é uma boa estratégia para quem deseja crescer na carreira. Desse modo, você pode se sentir estagnado pela falta de preparação. Portanto, sendo a oratória uma das principais habilidades do profissional de sucesso, é hora de entender o que a difere da comunicação efetiva. Ficou curioso? É só conferir no próximo tópico. Quais as diferenças entre comunicação efetiva e a oratória? As diferenças entre comunicação efetiva e a oratória estão no público receptor da mensagem. Isso porque, a primeira é destinada ao público de trabalho interno, como as equipes às quais você é membro. Já a segunda é para um público geral, seja em uma palestra tanto fora quanto dentro da empresa. Porém, as duas não são habilidades opostas por se tratarem de públicos distintos. Isso porque, juntas, elas podem gerar mais resultados que separadamente. Nesse sentido, a comunicação efetiva é parte da jornada para uma boa oratória. Dessa forma, gerar uma ligação com uma única pessoa através da comunicação é parte do treino para poder repetir o mesmo com várias. Além disso, a escuta ativa pode tornar a ligação adquirida na comunicação e repetida na oratória mais sólida. Assim, os demais profissionais e pessoas para quem você falar sentem-se mais seguros ao falar com você. Portanto, para que você entenda quais são os benefícios que a oratória pode te trazer, é só ir ao próximo tópico. Nele, você saberá o porquê de ser tão importante desenvolver essa habilidade. Por que melhorar a sua oratória? Melhorar a sua oratória é um dos principais passos rumo ao crescimento profissional. Isso porque, a forma como você comunica o que faz é tão importante quanto o que tem feito. Para explicar melhor, se você tem gerado mais valor dentro da empresa mas, não mostra isso a ninguém, nenhum de seus colegas vão saber desse feito. Assim, é como se não estivesse realizando o serviço que faz. Logo, você precisa demonstrar o que tem feito, mas não de qualquer modo. Para isso, você precisa ter uma boa oratória, o que também é parte de dominar o storytelling. No caso, essa técnica se concentra em saber contar uma história. Desse modo, se você mencionar o quanto tem agregado à empresa, se colocando como o único beneficiado na história, é certo que a comunicação não será efetiva. Por consequência, a sua oratória não causará a ligação desejada. Então, você pode tirar a seguinte lição: o maior benefício da oratória é alinhar o discurso para obter os resultados desejados. Assim, para que você aprenda sobre o storytelling, é só conferir o vídeo abaixo. Clique já! Após isso, é só ir ao próximo tópico para aprender a dominar a habilidade de falar em público. Como dominar a habilidade de falar bem em público? Para dominar a habilidade de oratória, você precisa alinhar a sua comunicação ao público alvo do seu discurso. Isso porque, a fala destinada à sua equipe pode ser diferente da destinada à empresa toda. Assim, para alinhar o seu discurso, é necessário conhecer a persona que irá te escutar. Para isso, você pode analisar a faixa etária, os cargos que essas pessoas ocupam e como se comunicam entre si. Além disso, procure não só passar as informações como gerar uma ligação por meio delas. Dessa forma, ao invés de apresentar a informação de que a empresa cresceu 20% ao mês, pense de forma inovadora. Logo, comece mencionando o quanto e quais foram os esforços feitos para atingir essa meta. Com isso, você motiva os demais profissionais através da forma como comunicou os resultados. Então, eles tendem a sentir que contribuíram mais significativamente para o resultado alcançado. Outro ponto que pode causar essa ligação por meio da oratória é usar como sujeito da fala, não a empresa, mas os seus colaboradores. Portanto, agora que você já sabe como dominar a habilidade de falar em público, é hora de aprender algumas técnicas de oratória. Ficou interessado? É só ir agora mesmo para o próximo tópico. Quais são as principais técnicas de oratória? As principais técnicas de oratória consistem em estabelecer o contato visual, estar atento às formas de comunicação não-verbais e dominar os pensamentos. Logo, há muito o que aprender quando o assunto é falar bem em público. Isso porque, dominar os seus pensamentos durante as apresentações está intimamente relacionado com a soft skills de foco e eficiência. Nesse sentido, é ela quem fará com que você não se distraia ao longo do discurso. Por conseguinte, estabelecer o contato visual faz com que os colaboradores sintam que você está falando diretamente com eles, mesmo que seja para o público. Essa técnica ajuda a potencializar a informação que será passada. Logo, as formas de comunicação não-verbais, se bem alinhadas ao propósito da mensagem, podem causar espelhamento. Assim, os gestos que você faz ao se
Como utilizar o perfil DISC no trabalho
Você conhece o DISC? Sabe como utilizá-lo para potencializar os resultados no trabalho? Saiba que essa é uma ferramenta poderosa para conhecer mais sobre si e sobre os outros. Com ela, é possível compreender como extrair o melhor dos colegas de trabalho. Através do DISC, você será capaz de entender as motivações de cada pessoa e como isso interfere no trabalho. Ficou interessado? Quer conhecer mais sobre essa ferramenta? Continue a leitura. O que é o DISC? O DISC é uma metodologia de avaliação do perfil do profissional. Por meio dela, você será capaz de compreender como trabalhar melhor COM outros profissionais, valorizando o perfil de todos. Assim, essa ferramenta é benéfica não só para as áreas de recursos humanos, mas para todas as áreas que envolvem o trabalho em equipe. Isso pois, manter os colegas motivados é ser visto como um líder. Desse modo, ao entender o DISC, você perceberá como pode organizar a equipe para ter maior produtividade. Nesse sentido, o clima da equipe pode melhorar muito à medida que você aplica os conceitos por trás de cada perfil. Para isso, o DISC conta com quatro perfis: Dominância (D), Influência (I), Estabilidade (S), Cautela (C). Cada pessoa contém de um a dois perfis de maior resultado. Atrelado a esse fator, analisar essa ferramenta é compreender como cada um reage aos estímulos externos. Podem ter profissionais que durante uma discussão têm uma posição mais mediadora e outros não. Por esse motivo, aprender mais sobre o DISC é respeitar as diferenças da melhor maneira. Isso pois, você vai aproveitá-las para gerar valor para empresa. Nesse contexto, se quer ver como isso funciona na prática, leia os próximos passos. Neles, vamos caminhar por cada perfil. Qual a importância do DISC no ambiente de trabalho? Conhecer a sua equipe de trabalho é fundamental para saber como lidar com ela da melhor forma. No entanto, conhecer a equipe vai além do conceito mais básico da palavra. Você precisa entender a fundo como cada profissional trabalha e o que o motiva. Assim, o perfil DISC te faz compreender quais estímulos deve dar a cada profissional para que ele tenha melhores resultados. Portanto, aplicar esse conhecimento no trabalho vai te ajudar a se destacar entre os colegas. Analisar o perfil de cada profissional é importante para gerenciar a equipe da melhor maneira. Desse modo, os integrantes da sua área se sentirão mais valorizados por você, algo positivo para sua marca pessoal. Isso pois, quanto mais você buscar entende-los, com mais frequência eles se lembrarão de você. Por isso, não subestime os insights que o DISC pode trazer. É preciso analisá-los com atenção, para que compreenda como essa ferramenta reflete cada profissional. Nesse sentido, não se deve pensar que essa ferramenta é algo determinístico. Pelo contrário, ela te dá informações sobre as diversas reações que um profissional pode ter quando se depara com determinada situação. Assim, o DISC é um parâmetro e não um manual sobre o profissional. DISC: O perfil de Dominância (D) Um profissional que tem o perfil Dominante no DISC é aquele que gosta de tomar frente nas decisões. Assim, são movidos de forma intensa pela geração de resultados. Nesse sentido, ter um alto D é ter muito interesse pelos desafios que surgem no trabalho. Esses são profissionais que tendem a resolver problemas de forma rápida. No entanto, como estão dispostos a correr riscos, precisam tomar um pouco de cuidado. Isso pois, precisam desenvolver bem o pensamento crítico e a criatividade para que não estruturem soluções pouco satisfatórias na empresa. Assim, o perfil D do DISC é um perfil que busca autonomia e desafios. Isso pois, estar em ambientes que não tenham espaço para que esse profissional dê sua opinião e desenvolva suas ideias é desmotivador para ele. Desse modo, é importante que toda essa proatividade do perfil D seja canalizada de modo a gerar mais resultados. Para isso, confira um vídeo em que falo mais sobre proatividade: Atrelado a isso, é importante que, se você tem o perfil D e sente essa necessidade apresentada aqui, desenvolva bem a soft skill de foco e eficiência. Isso pois, essa habilidade será capaz de te ajudar a se organizar melhor e potencializar os resultados. DISC: O perfil de Influência (I) O perfil Influente (I) é um perfil que se volta para o outro. Isso pois, são profissionais muito sociáveis, que gostam de interagir com os demais. Nesse sentido, se você tem esse como o perfil mais alto do seu DISC, saiba que a comunicação é um ponto forte. Esse tipo de profissional é extrovertido e tem a capacidade de criar uma conexão rápida com pessoas que não conhece. No entanto, tendem a ser um pouco impulsivos e podem passar a impressão de que não dão espaço para que os outros falem. Assim, desenvolver a escuta ativa e pensamento crítico são fundamentais. Isso pois, analisar como extrair o que há de melhor da sua comunicação, fazendo com que os outros se sintam ouvidos pode te destacar. Atrelado a esse fator, estruturar a conversa, de modo a não se prejudicar pela impulsividade em algumas situações é algo positivo para esse perfil. Outro ponto importante é que se esse é o seu perfil DISC, aprenda como utilizar as informações presentes aqui a seu favor. Sua boa comunicação e capacidade de conexão com os outros pode ser o ponto chave para unir a equipe e deixá-la mais confortável. Saiba que você é essencial para aliviar a pressão dos colegas de trabalho e tornar o ambiente mais alegre. O perfil de Estabilidade (S) Ter esse tipo de perfil no DISC é ter disciplina e organização para cumprir tarefas e prazos. Esse profissional é aquele que sabe priorizar suas demandas e gosta de fazer entregas com qualidade. Assim, é um profissional que é movido por precisão, se sente mais confortável estando em ambientes que lhe proporcionem segurança. Desse modo, são colegas de trabalho que têm uma abordagem mais de escuta. Esse perfil DISC busca
Como os diferentes tipos de críticas interferem na sua vida profissional?
Você sabe lidar com as críticas que recebe dos seus colegas de trabalho? E quanto às autocríticas? Tem sido muito duro com você mesmo com relação à área profissional? Então, entenda como analisar cada tipo de crítica e como não se deixar abater em situações desafiadoras. Ficou interessado? É só conferir esse artigo e colocar em prática todas as dicas mencionadas nele sobre como reagir a elas. Não perca tempo e comece agora mesmo a leitura. Quais são os diferentes tipos de críticas profissionais? Existem três tipos de críticas profissionais e, por mais que você pense que a crítica destrutiva é a pior delas, talvez não seja. Isso porque, existem profissionais que são tão críticos consigo que acabam se desmotivando. Por isso, a autocrítica pode ser a mais tóxica e, sem saber interpretar, até a crítica construtiva passa a ser mal considerada. Desse modo, o ideal é entender como essas três formas geram impactos na sua autoconfiança. Logo, para que você saiba como analisá-las, é necessário ter inteligência emocional e pensamento crítico. Assim, você saberá, não só, como reagir, como também extrair os pontos de melhoria em cada uma delas. Além disso, ter a escuta ativa te ajuda a saber se a crítica recebida foi para alinhar as expectativas quanto ao seu crescimento profissional. Então, tendo analisado isso, você consegue filtrar as palavras das pessoas quanto à sua atuação. Assim, se o que você deseja é não se deixar abater por qualquer das críticas, é preciso que você se aprofunde em conhecer cada uma delas. Por isso, abaixo há um tópico para cada tipo. Dessa maneira, é só consultar e passar a analisar qual é a que você mais recebe ou se faz ao longo da profissão. Ficou interessado? Leia o próximo bloco agora mesmo e anote todas as suas considerações. Como a autocrítica tem se tornado a pior crítica profissional? A autocrítica tem se tornado a pior crítica para aqueles profissionais sem inteligência emocional. Isso porque, quando cometem algum erro, eles passam a se martirizar ao invés de aprenderem com ele. Assim, se sentem desmotivados enquanto o que deveriam fazer era mapear onde erraram e o porquê de o terem cometido. Desse modo, perdem a oportunidade de evitar problemas futuros. Além disso, a crítica é tão grande em cima de si mesmos que quando voltam a cometer o mesmo erro, o julgamento é ainda pior. Logo, eles se prendem a um círculo vicioso de erros porque não analisam onde foi que erraram. Então, geram uma autocrítica tóxica e passam a ser inflexíveis com a sua carreira por medo de errar novamente. Por outro, o profissional que desenvolve a autocrítica positiva adquire a capacidade de fazer uma autoanálise. Desse modo, ele está sempre se superando e entregando o melhor no seu ambiente de trabalho, justamente porque tira aprendizados de todas as situações. Por isso, a autocrítica tem dois lados e é você quem escolhe qual dos lados ter. Para tanto, no próximo tópico, você vai entender o que é uma crítica construtiva e como fazê-la a si mesmo. Não perca tempo e leia agora mesmo. Como a crítica construtiva pode ser identificada? A crítica construtiva que você recebe dos seus colegas de trabalho deve ser analisada de forma a descobrir em que melhorar. Além disso, é necessário saber como implementar essas melhorias na sua vida profissional. Nesse sentido, o ideal é não ignorar as críticas construtivas mas entender o que elas são. Para tanto, toda vez que alguém fizer apontamentos sobre o que precisa ser melhorado em você e apresentar possíveis soluções, fique atento. Isso porque, se trata de uma crítica construtiva. No entanto, se o sentimento passado durante a mensagem é de desapontamento, raiva e desesperança, provavelmente essa será uma crítica destrutiva. Logo, o primeiro passo para identificar uma crítica construtiva é analisar a emoção por trás do comunicado. Para isso, você precisará de inteligência emocional e no vídeo abaixo eu falo mais sobre essa soft skill. Veja agora! Após ver o vídeo, é hora de entender como a crítica destrutiva pode te desmotivar profissionalmente. Então vá ao próximo tópico e se aprofunde no assunto. A crítica destrutiva e as suas implicações na carreira A crítica destrutiva pode ser feita tanto pelos colegas de trabalho, como por você mesmo. Nesse sentido, ambas podem te desmotivar, justamente porque não contribuem em nada para o seu crescimento. Logo, se a crítica tem um teor pessoal ao invés de profissional, essa pode ser uma crítica destrutiva. Além disso, se for acompanhada de uma comunicação violenta pode ser mais desmotivadora ainda. Então, recebendo uma crítica dessas e sabendo identificá-la, o ideal é não validá-la. Dessa forma, tenha em mente todas as suas conquistas e objetivos, bem como toda a melhoria que já fez e está disposto a fazer profissionalmente. Assim, você passa a fazer autocríticas construtivas porque sabe que precisa se aprimorar, mas para isso, não precisa acreditar na crítica destrutiva que te foi feita. Nesse sentido, o ideal é focar em seu desenvolvimento. Portanto, para que você analise bem, não são as críticas mas, os pontos críticos da sua profissão, vá agora ao próximo tópico. Nele, eu em quais momentos você deve se preocupar com as críticas. O ponto crítico da sua profissão O ponto que você deve analisar durante a sua profissão em relação às críticas é se vem recebendo muitas delas. Isso porque, mesmo que construtivas, talvez seja o momento de rever sua atuação. Nesse sentido, quando é recorrente o fato de receber críticas sobre o mesmo ponto, essa melhoria passa a ser urgente. Desse modo, caso você não demonstre o quanto tem melhorado, permanecerá recebendo-as. Logo, as críticas que de início seriam construtivas, com o tempo e as repetições, passam a ser desmotivadoras. Dessa forma, esse é o momento de ficar atento porque pode ser ele quem definirá uma possível demissão. Além disso, quando é você quem se faz críticas recorrentes, a sua carreira pode ser ainda mais prejudicada. Então, ao invés de
Como aplicar a escuta ativa no trabalho?
Você sabe o que é escuta ativa? Acredita que seja apenas ouvir as pessoas? Essa é uma técnica que ajuda o ouvinte a se conectar melhor com o profissional que está dialogando. Através dela, você será capaz de estabelecer uma forte conexão com os demais e ser visto como um profissional de destaque. Se ficou interessado em aprender como essa técnica funciona, continue a leitura. Aqui nesse artigo você vai entender os motivos que fazem com que essa técnica seja tão necessária no ambiente de trabalho. O que é a escuta ativa? A escuta ativa é uma técnica que tem como objetivo focar no discurso do interlocutor. Isso pois, aos escutar outros profissionais, tenho a mania de já pensar em uma resposta antes mesmo dele terminar de dizer o que precisa. Nesse sentido, se você se identificou, saiba que pode estar prejudicando a sua conexão com os demais. Dessa forma, a escuta ativa faz parte do processo de comunicação. Por isso, é importante que você desenvolva essa habilidade até mesmo para melhorar o seu discurso. Afinal, ao escutar os outros com atenção, você terá insumos suficientes para conversar de maneira que se aproxime das pessoas. Assim, a escuta ativa pode te ajudar não só a melhorar sua comunicação, mas também quando você precisar estabelecer um networking. Além disso, através dessa técnica você vai gerar mais confiança nos colegas de trabalho. Desse modo, a escuta ativa proporciona uma maneira efetiva de se conectar com os outros. Para isso, você precisa entender quais os benefícios dessa técnica e como aplicá-la no dia a dia de trabalho. Atrelado a esses fatores, a escuta ativa requer também que você tenha algumas soft skills bem desenvolvidas. Isso pois, para potencializar os resultados dessa técnica, demonstrar suas habilidades comportamentais é essencial. Desse modo, na próxima seção você encontra uma soft skill muito importante para esse processo de escuta. Escuta ativa e comunicação Muitos profissionais que têm uma boa comunicação não têm uma boa escuta ativa. O problema que isso causa é que, você até se comunicar de forma clara e objetiva, mas não gera conexão. Assim, saiba que um dos passos mais importantes para desenvolver a soft skill de comunicação é a escuta ativa. Isso pois, escutar com atenção é encontrar padrões que podem ajudar na sua fala. Para explicar isso melhor, suponha que você costuma escutar muitos profissionais no seu ambiente de trabalho e vai fazer uma apresentação. Se você já aplica a escuta ativa ao escutar esses profissionais, sabe quais são suas maiores dúvidas e receios. Nesse sentido, utilizar esses pontos durante a sua apresentação é fazer com que eles prestem atenção no que está sendo dito. Isso porque, a dúvida de um grupo de pessoas que você escuta também pode ser a mesma de diversos outros profissionais da empresa. Dessa forma, a escuta ativa vai melhorar a sua comunicação no sentido de estar atento aos interesses dos colegas de trabalho. Saber como utilizar essa informação de modo a se conectar com os outros é fazê-los se mover. Nesse sentido, se mover significa apoiar suas ideias, defender sua promoção no trabalho ou até mesmo convidá-lo para trabalhar em outro setor. Tudo isso faz parte da escuta ativa. Escuta ativa e pensamento crítico Por que o pensamento crítico é tão importante na escuta ativa? Essa é uma dúvida que pode ser sanada ao entendermos que analisar o que o outro diz é fundamental. Assim, ouvir os colegas de trabalho também é gerar valor para a equipe. Isso pois, você se torna peça chave na compreensão dos profissionais e isso pode motivá-los ainda mais. Nesse sentido, aplicar o pensamento crítico durante a escuta ativa é criar uma linha de raciocínio na conversa. Fazer isso reduz a confusão causada pela falta de comunicação na empresa. Dessa forma, sabe aqueles colegas cuja a relação interpessoal é um pouco complicada? Aplicar a escuta ativa com ele é essencial para torná-lo mais próximo de você e da equipe. Portanto, utilizar essa técnica para lidar com profissionais difíceis é obter sucesso na comunicação com eles. Ter essa postura aberta a se conectar de forma eficiente com colegas complicados é ser visto como líder. Se quer saber mais sobre como melhorar a relação com profissionais desse tipo, confira o vídeo abaixo. Nele, você encontra 3 formas infalíveis de lidar com pessoas difíceis: Agora você vai conferir mais um passo desse artigo. Nele, você vai aprender mais sobre os benefícios da escuta ativa. Os benefícios de aplicar essa técnica? Até aqui, você aprendeu duas soft skills essenciais na escuta ativa. Dessa forma, é hora de conhecer todos os benefícios que essa técnica pode gerar no ambiente de trabalho. Assim, o primeiro benefício dessa ferramenta é melhorar a relação interpessoal. Isso pois, muitos profissionais têm dificuldade de se sentir confiante no trabalho ter uma postura de ouvinte pode ajudar. Nesse sentido, outro benefício da escuta ativa é a melhoria de aprendizado contínua. Através dessa técnica, você será capaz de desenvolver a soft skill de foco e eficiência de forma acelerada. Dessa forma, o terceiro benefício que envolve a aplicação dessa ferramenta é saber como reagir as situações da melhor maneira. Ao escutar os outros, você se tornará uma pessoa mais observadora e consequentemente, vai reagir a situações de maneira alinhada ao esperado pela empresa. Além disso, existem diversos outros benefícios que a escuta ativa é capaz de causar: ter destaque na empresa, ser convidado para projetos, receber promoções. Todos esses pontos são fatores que podem melhorar a imagem que você tem na empresa. Dessa forma, no próximo passo você confere os pilares da escuta ativa. Que tal conferir? A escuta ativa no foco e eficiência À medida que você aplicar a escuta ativa, verá que a soft skill de foco e eficiência estará mais desenvolvida. Isso porque, aplicar essa técnica desenvolve a sua produtividade. Assim, escutar outros profissionais melhora a sua atenção, você passa a identificar quais oportunidades geram mais valor. Além disso, aplicar a escuta ativa