Como ter mais proatividade no trabalho?

A proatividade é uma das características mais buscadas em um profissional. Isso pois, se mostrar disposto a enfrentar os desafios do dia a dia na empresa é se desenvolver. No entanto, como conciliar todas as demandas que tem e ao mesmo tempo ser proativo? Como estar sempre à frente do que é esperado de você? Essas são dúvidas que surgem quando o assunto é proatividade. Se quer saber como saná-las, leia esse artigo!   Por que ter mais proatividade? Ter proatividade no ambiente de trabalho é estar um passo à frente das oportunidades. Ter esse tipo de atitude te ajuda a identificar novos aprendizados antes mesmo que alguém te mostre. Nesse sentido, melhorar a sua proatividade no trabalho é algo que vai te fazer ser visto como um profissional disposto a ajudar. No entanto, muitos profissionais têm receio de se mostrar dispostos devido a carga que trabalho que já possuem. Se esse é o seu caso, entenda que proatividade demanda organização. Isso pois, se organizar para priorizar tarefas importantes é ver sobrar um espaço na agenda para pensar em melhorias. Desse modo, ter proatividade é se colocar no controle das situações. Além dessa atitude te trazer autonomia para se desenvolver, ela trás também uma melhora da imagem que os outros têm de você. Assim, ser um profissional proativo também é antecipar momentos que você sabe que podem acontecer. Fazer isso é evitar que problemas aconteçam, encontrar melhorias e crescer de forma acelerada. Por isso, se você saber mais como desenvolver a sua proatividade no trabalho, confira o próximo passo. Nele, vamos falar de um tema muito importante: o maior mito que envolve a proatividade.   O maior mito que envolve a proatividade “Se eu for mais proativo, mais demandas vão me dar e vou ficar sobrecarregado”. Esse é o maior mito que muitos profissionais carregam consigo quando o assunto é proatividade. No entanto, se você concorda com o que foi dito, saiba que está enganado. Isso porque, a proatividade está mais relacionada a capacidade de identificar demandas relevantes do que fazer tudo que lhe foi pedido. Nesse sentido, sempre que um profissional te passar alguma tarefa, exercite seu pensamento crítico. Isto é, pergunte a ele os motivos que fazem com que aquela tarefa seja realmente importante. Ajude-o a identificar o que vai gerar valor para a empresa. Desse modo, mesmo que ainda assim, tenha muitas demandas a serem feitas, aplique a produtividade. Ter esse tipo de atitude é organizar o que precisa ser entregue, priorizar pelo que mais gera valor e ter foco total na execução. Por esse motivo, não tenha receio de se mostrar que tem proatividade. Pelo contrário, se você deseja crescer profissionalmente, precisa entender como demonstrar proatividade da maneira certa. Na próxima seção, você verá o primeiro passo para isso.   Como a proatividade está relacionada a organização? O primeiro passo para ter mais proatividade no ambiente de trabalho é se organizar. Tenha em mente que, a direção é tão importante quanto os resultados. Por isso, não realize suas tarefas de forma automática. Isso pois, para se tornar um profissional mais proativo, é preciso questionar suas demandas. Será que não há maneiras melhores de realizá-las? Existem melhorias? Nesse sentido, ser organizado pode te ajudar muito. Através dela, você vai se sentir menos sobrecarregado, pois terá uma visão geral de tudo que precisa fazer. Outro ponto importante é que, você precisa não só ter um controle mais assertivo de suas tarefas, mas também de sua carreira. Para isso, organizar seu Plano de Carreira vai te ajudar a encontrar a direção correta para crescer por meio da proatividade. Assim, se quer saber mais sobre o Plano de Carreira, confira o vídeo abaixo. Nele, você vai conhecer o que sua empresa espera de você como profissional, para se organizar e superar as expectativas:   Além disso, confira também a próxima seção. Vamos falar do segundo passo rumo a proatividade: a produtividade.   Por que a produtividade é importante? A proatividade está mais relacionada a produtividade do que você imagina. Isso porque, você precisa se mostrar disposto a ajudar colegas e realizar novas demandas sem deixar suas atividades de lado. Para isso, é preciso ter foco total, removendo distrações que podem te prejudicar no ambiente de trabalho. Nesse sentido, a técnica pomodoro é muito indicada. Através dela, você será capaz de realizar suas demandas com muita eficiência. E ter esse tipo de comportamento vai te ajudar a melhorar seu gerenciamento de rotina como um todo. Assim, verá que mesmo com algumas demandas a mais, terá mais tempo para se dedicar ao que realmente gera valor. Atrelado a esse fator, não esqueça de priorizar. Digo isso pois, muitos profissionais acreditam que ser proativo é sempre dizer sim para todas as demandas. No entanto, é exatamente o contrário, você precisa identificar quais devem ser realizadas. E é exatamente aí que muitos profissionais se sentem desconfortáveis. Como dizer não para uma tarefa que me foi solicitada? Você não deve ser rude, mas também não deve se sobrecarregar. Portanto, faça perguntas à pessoa que te pediu essa demanda, de modo que ela percebe que essa atividade não faz sentido. Outro ponto importante é ler o próximo passo para saber mais sobre proatividade.   Como a negociação pode te ajudar? Ter mais proatividade é algo que está relacionado a saber negociar. Além de se organizar e ser mais produtivo, como visto nos passos anteriores, você precisa saber conversar quando os prazos são curtos. Desse modo, após avaliar que uma tarefa vai gerar valor para a empresa, antes de aceita-la, sempre pergunte o prazo. Isso vai te ajudar a ter um melhor planejamento de rotina. Nesse sentido, sempre que o tempo de realização de uma atividade for curto, questione. Pergunte quais os motivos pelos quais aquela demanda precisa ser entregue de forma rápida. Atrelado a isso, diga que tem interesse em realizar, mas tem outras demandas que também são importantes. Tente aumentar o prazo de forma que os outros vejam que você quer realizar o que

O que são as Âncoras de Carreira e como crescer na empresa?

Âncoras de Carreira: entenda o que são e como crescer na empresa

Você tem clareza de todos os erros que podem te deixar estagnado na empresa? Sabe o que fazer para não cometer alguns desses erros? Nesse artigo, você vai aprender a superar os obstáculos que têm travado sua carreia. Você vai vencer os desafios do dia a dia de trabalho ao entender mais sobre as Âncoras de Carreira. Se quer saber mais, continue a leitura e descubra os benefícios de aplicar essa ferramenta poderosa.   O que são Âncoras de Carreira? Âncoras de carreira são fatores que, quando não desenvolvidos, podem impedir que você suba de cargo. Dessa forma, existem seis âncoras de carreira que podem travar seu crescimento profissional. Nesse sentido, é necessário que você saiba o que fazer para conseguir aplicar todas elas no seu trabalho. No entanto, não pense que desenvolver muito uma âncora e deixar outra de lado é algo positivo. Pelo contrário, para que você tenha sucesso profissional, as âncoras de carreira precisam ser aplicadas em conjunto. Através das âncoras de carreira, você conhecerá todos os pontos que fazem com que um profissional seja promovido, traçando maneiras para atingir esse objetivo. Com isso, você terá mais clareza do que deve e o que não deve fazer. Outro ponto é que, ao desenvolver as âncoras de carreira essenciais no trabalho, você vai se tornar um profissional indispensável. Terá destaque frente aos demais por meio da sua dedicação. Assim, se quer ficar por dentro do assunto, confira o próximo passo e descubra a primeira das seis âncoras de carreira: o funcionamento da empresa.   Âncoras de Carreira: o funcionamento da empresa Estar em um ambiente e não entender como ele funciona é um dos maiores erros que um profissional pode cometer. Isso pois, você vai se sentir perdido ao deixar de observar como uma área se relaciona com as outras. Esse primeiro erro desencadeia outro ainda maior: acreditar que os colegas devem explicar como a empresa opera. Tenha em mente que, nem sempre um profissional tem disponibilidade para conversar sobre tudo que está acontecendo. Por isso, seja proativo e busque sanar suas dúvidas. Atrelado a isso, um ponto que você não deve deixar de lado é saber o que a empresa avalia para promover um profissional. Ter isso em mente vai fazer com que você se mantenha alinhado ao que a empresa espera. Desse modo, observe os motivos que fazem com que um profissional fique estagnado na sua área. Em seguida, analise os fatores que levam um colega de trabalho a ser demitido. Aplicando o que está sendo ensinado aqui, você terá clareza sobre o caminho que deve seguir. Outro ponto é que você precisa demonstrar as habilidades que a empresa utiliza para promover os colaboradores. Dessa forma, é necessário mostrar resultados através âncoras de carreira. Por isso, a segunda das seis âncoras de carreira é a geração de valor.   Âncoras de Carreira: Geração de Valor Encontrar oportunidades de melhoria e trazer inovações. Ganhar mais autonomia ao mostrar resultados. Ter desenvolvida as âncoras de carreira.  Tudo isso é gerar valor para a empresa. Dessa forma, olhando para sua carreira hoje, você tem feito alguns dos exemplos citados acima? Pergunto isso pois, não gerar valor para a empresa é ser visto como mais um profissional estagnado. Se você não quer isso, faça networking com colegas de outras áreas para observar quais são os problemas da empresa. Em seguida, busque soluções para os desafios que encontrou. Nesse contexto, desenvolver a soft skill de criatividade é essencial. Ela vai te ajudar a encontrar maneiras concretas de superar os obstáculos. Também é importante que você alinhe tarefas e metas de forma periódica com seu chefe. Ele precisa estar ciente do seu trabalho e é seu papel fazer isso. Para te ajudar a ter ideias mais criativas, que tal conferir um vídeo em que falo mais sobre o assunto? Nele, te conto uma estratégia para turbinar essa soft skill. Agora é hora de conhecer mais uma das âncoras de carreira: a marca pessoal.   A falta de uma Marca pessoal Sabe o que a liderança e seus colegas de trabalho falam sobre você? Tem buscado formas de melhorar a sua imagem dentro da empresa? Saiba que, uma das formas mais precisas para atingir o crescimento profissional é melhorar sua marca pessoal. Nesse sentido, comece observando como está seu desempenho nas atividades. Você tem feito as entregas no prazo? Está superando as expectativas e recebendo elogios? Caso não tenha feito nada para que consiga tudo isso, é preciso repensar nas suas atitudes. Isso pois, se manter apagado na empresa é abrir mão de diversas oportunidades. Se continuar assim, você vai bloquear uma das âncoras de carreira mais importantes. Desse modo, o primeiro passo para melhorar sua marca pessoal é pedir feedbacks sobre seu desempenho. Com isso, você vei conseguir avaliar onde estão os seus maiores gargalos. Em seguida, elabore um plano de ação para cada um deles, aplicando o que planejou de forma consistente. Atrelado a isso, faça um acompanhamento de seus resultados. Será que eles são suficientes para ser reconhecido na empresa? O que você pode fazer para que eles estejam além do esperado? Você deve responder todas essas perguntas, para que sua carreira não fique estagnada. Por isso, na próxima seção você vai conhecer mais uma das seis âncoras de carreira: a visibilidade   Âncoras de Carreira: Visibilidade Se você acredita que trabalhar sem dar visibilidade é um caminho para ser reconhecido, saiba que está enganado. Você precisa mostrar aquilo que faz. Nesse sentido, a visibilidade está ligada a capacidade de fazer networking, saber se comunicar, fazer apresentações de forma impactante, dentre outros. No entanto, essa é uma das âncoras de carreira que você precisa ficar atento. Isso pois, dar muita visibilidade é se mostrar como um profissional de alto ego e dar pouca visibilidade é não ser visto. Dessa forma, é necessário que você saiba dosar. Sempre que estiver fazendo algo interessante, peça opinião dos outros sobre o que está desenvolvendo. Fazendo isso, você vai se aproximar de todos

Como se destacar como estagiário e ser efetivado

Quer se tornar um estagiário de destaque na empresa, mas não sabe como fazer isso? Está sempre se mostrando proativo, mas não sabe se isso é suficiente para ser efetivado? Nesse artigo vou te mostrar as maneiras certas para se tornar um estagiário indispensável no seu trabalho. Nele, você vai aprender a direcionar seu esforço rumo a efetivação. Se quer saber mais, é só conferir!   O que está por trás de um cargo de estagiário? Muitos universitários começam sua carreira como estagiários sem entender o que a empresa espera desse cargo. Como consequência, se sentem perdidos sobre o que devem fazer para serem vistos como profissionais de alto potencial. Por isso, antes de entender o que você precisa fazer para se destacar, é importante entender qual o objetivo de um programa de estágio. Dessa forma, um estagiário é alguém que surge para renovar a base de talentos da empresa. Esse profissional está em formação e, portanto, começa aprendendo funções básicas do dia a dia de trabalho. No entanto, você está enganado se acredita que mesmo tendo funções operacionais, não há como crescer. Para te mostrar que é possível, veja o meu exemplo. Comecei como estagiário em uma multinacional e hoje sou Gerente de Marketing para América Latina. Tudo isso pois entendi o caminho certo para ser efetivado e, depois, acelerar minha carreira. Nesse sentido, se você quer ser reconhecido como um talento na empresa em que trabalha, é hora de conferir a próxima seção. Nela, você vai entender mais sobre como se mostrar interessado.   Estagiário: como se mostrar interessado? Chegar em uma empresa como estagiário e receber muitas funções operacionais pode ser um pouco desmotivador de início. No entanto, é preciso analisar o que seus líderes esperam ao te passarem essas funções. Ao delegarem essas tarefas, o que os outros profissionais esperam é que você consiga aprender com facilidade o que está sendo ensinado. Em seguida, à medida que se sentir mais seguro quanto à execução de suas funções como estagiário, é interessante propor maneiras de otimizá-las. Isso pois, demonstrar que você tem pensado em como melhorar suas atividades vai fazer com que os outros te vejam como alguém interessado. Dessa forma, o primeiro passo para começar a mandar bem no seu estágio é ter controle de suas atividades. Fazendo isso, sua equipe vai começar a se sentir segura em delegar mais responsabilidades para você. Por isso, não tenha receio em conversar com seus supervisores sobre suas ideias para melhorar a área. O que a empresa espera de um estagiário recém chegado é a vontade de transformar o ambiente. Nesse sentido, ser visto como um estagiário interessado é mostrar aos outros que eles podem confiar em você, algo que falamos mais na próxima seção.     Estagiário: como fazer sua equipe confiar em você? Criar confiança nos primeiros meses como estagiário é algo que requer proatividade. Por isso, se você tem poucas funções, vá atrás de outras tarefas. Não fique esperando os outros te pedirem ajuda, ofereça mesmo que você não saiba como fazer. Tenha em mente que, quanto mais aprendizados, mais a sua equipe vai sentir que pode confiar em você. Isso pois, um bom estagiário é aquele que demonstra conhecimento sobre sua área. Além disso, sempre que for para uma reunião com a equipe, faça contribuições em relação ao trabalho. Para isso, pense em quais insights extrair das suas tarefas e como isso pode ajudar. Não para por aí, a melhor maneira de criar confiança na sua equipe de forma rápida é desenvolver as Soft Skills. Isso pois, elas são a base para um bom relacionamento com todos. Para te ajudar nesse assunto, elaborei o artigo “Soft Skills: O que são e quais você precisa para crescer na carreira”. Nele, te mostro quais habilidades precisam ser desenvolvidas por você para mandar bem no estágio. Dessa forma, aplicar essas habilidades no mundo corporativo é fundamental para ser visto como um membro da equipe. Sem elas, dificilmente você conseguirá se desenvolver da forma esperada. Por isso, se quer aprender mais sobre como as soft skills podem te ajudar como estagiário e ser promovido, confira o vídeo abaixo. Nele, te mostro como posso auxiliar você nesse momento da sua carreira:     Estagiário: como não ficar sobrecarregado? Até aqui você aprendeu a como se mostrar interessado e gerar confiança na sua equipe. Dando continuidade, nesse passo vou te mostrar um erro cometido pelos estagiários que não sabem priorizar. Dessa forma, muitos estagiários demonstram tanta vontade de ajudar que acabam sendo sobrecarregados pelo operacional. O pior é que não percebem que isso pode prejudicar a carreira. Nesse sentido, ao aceitarem as tarefas sem questionar a importância de cada uma delas, o estagiário perde a oportunidade de gerar valor para a empresa. Isso pois, não avaliam quais atividades geram mais resultados. Por esse motivo, sempre que for solicitado que você faça algo, entenda o porquê de fazer o que foi proposto. Isso demonstra que você sabe priorizar suas tarefas para gerenciar bem a sua rotina. Desse modo, comece a avaliar quais das tarefas que você tem feito são funções de um Analista. Observar esse ponto é importante porque, quando surgir uma vaga de Analista, você precisa estar preparado para assumir esse cargo. Isso só será possível se desde de sua função como estagiário você já começar a fazer tarefas de um Analista. Além disso, é hora de conhecer mais um passo para se tornar um estagiário melhor no seu trabalho. Vamos falar de projetos.   Estagiário: como ser chamado para os projetos? Ser chamado para fazer parte de um projeto é um sinal que está indo bem no trabalho. Isso mostra que a equipe reconhece todo o seu desempenho como estagiário. No entanto, se você ainda não foi chamado para ajudar em alguns projetos, como fazer para que isso seja possível? O primeiro passo é buscar soluções para atividades do seu dia a dia. Isso porque, ao encontrar maneiras de melhorar os processos da área, você estará ajudando todos os

O que é plano de carreira e como montar o seu

Uma trajetória profissional pode ser comparada a uma escada. Começamos no primeiro degrau e, à medida que evoluímos, subimos de degrau em degrau até chegar ao topo. A cada nível que subimos, maiores são os desafios e as responsabilidades. Um plano de carreira serve exatamente para determinar como será essa escada. Ou  seja, ter um planejamento de carreira contribui para a tomada de decisões ao longo da vida profissional, seja para quem está apenas começando ou para quem está planejando a aposentadoria. Então, seja qual for o seu caso, este artigo é para você. Nele você vai entender melhor o que é um plano de carreira e como elaborar o seu para se desenvolver profissionalmente. Boa leitura!   O que é um plano de carreira? Um plano de carreira pode ser definido como um projeto que traça o caminho para cada colaborador crescer dentro da empresa ou em sua vida profissional de maneira geral. Assim, o plano de carreira de uma organização deve conter as competências, habilidades necessárias e as expectativas para cada cargo em todas as posições hierárquicas. Ter um plano de carreira bem estruturado é positivo tanto para a empresa quanto para os funcionários. Do ponto de vista da organização, o plano de carreira contribui para a atração e retenção dos talentos. Além disso, o plano contribui para aumentar a produtividade e a motivação dos colaboradores. Já para o colaborador, o plano de carreira pode ser uma ferramenta importante para o seu crescimento profissional. Afinal, o planejamento de carreira deixa claro quais são os critérios e as etapas para conseguir uma promoção, por exemplo.   Plano de carreira: exemplos Não existe um modelo único padrão de plano de carreira. Na verdade, existem diferentes tipos de plano de carreira que se adaptam a cada tipo de organização, cargos e aos objetivos do programa. A seguir, vou explicar melhor sobre os tipos de planos de carreira mais utilizados no meio corporativo:   1. Plano de carreira em Y Depois de alcançar determinado nível em seu desenvolvimento profissional, o colaborador consegue ser promovido para um cargo de liderança. Essa é uma prática comum em empresas que não possuem um plano de carreira estruturado. Apesar de não ser considerado errado, esse modelo é limitado, já que nem todo profissional deseja ocupar cargos gerenciais. O plano de carreira em Y serve exatamente para preencher essa lacuna. O formato da letra Y explica bem como esse modelo funciona na prática: ao atingir determinado cargo, o profissional pode escolher qual caminho deseja seguir. Isto é, se deseja ocupar um cargo como especialista ou gestor. Essa é uma maneira de reconhecer o crescimento profissional sem limitar as promoções somente a certos tipos de carreiras. Assim, é possível contemplar diferentes tipos de funcionários, bem como respeitar os objetivos profissionais de cada um deles.   2. Plano de carreira em W Seguindo o mesmo raciocínio do modelo anterior, no plano de carreira em W o profissional pode escolher entre diferentes possibilidades. Nesse caso, existe uma terceira opção, que é a gestão de projetos. O gerenciamento de projetos é uma carreira que mistura a gerência e a especialização. Isso porque o profissional não é considerado um líder tradicional, mas é responsável por gerenciar projetos específicos, acompanhando o desempenho e oferecendo feedbacks mais técnicos.   Passo a passo: como fazer um planejamento de carreira As empresas podem ter um plano de carreira bem estabelecido para os seus colaboradores. Contudo, qualquer profissional pode (e deve) assumir o controle do seu crescimento e criar seu próprio planejamento de carreira. Independentemente da área de atuação, se trabalha como funcionário, autônomo ou freelancer, por exemplo. Afinal de contas, o plano de carreira serve para dar mais clareza dos próximos passos para o seu futuro profissional, desde encontrar as áreas nas quais se identifica, até o desenvolvimento de metas a longo prazo. Para que o seu planejamento de carreira seja mais eficiente, é fundamental que ele esteja vinculado ao Plano de Desenvolvimento Individual (PDI). Agora vamos para a parte prática? Selecionei um passo a passo útil para ajudá-lo a elaborar o seu plano de carreira:   1. Faça um mapeamento pessoal Para criar seu planejamento de carreira, comece avaliando onde você está atualmente em sua carreira. Pergunte a si mesmo se está caminhando na direção certa para alcançar aquela posição que almeja. Esse é um passo extremamente importante, pois todo o seu esforço para criar um plano de carreira se torna inútil se você estiver no sentido oposto dos seus objetivos. Também é importante avaliar se você tem todo o conhecimento e habilidades para dar o próximo passo na carreira. Todo profissional tem áreas que podem ser desenvolvidas e são justamente esses fatores que o impedem de acelerar a carreira. Portanto, faça uma lista das hard skills e soft skills que você pretende melhorar. Pense também em seus pontos fortes atuais, ou seja, quais são as tarefas que você gosta e tem facilidade em executar, além das suas principais habilidades.   2. Defina seus objetivos Como você se vê profissionalmente daqui cinco ou dez anos? A resposta para essa pergunta é o objetivo que vai guiar seu plano de carreira. Determinar seus objetivos é essencial para dar direção e propósito ao seu planejamento de carreira. Voltando à analogia da escada, o seu objetivo principal representa o topo da escada. Além dele, você precisa ter objetivos secundários, que são os degraus que você precisa ultrapassar para chegar lá. Uma dica importante é definir objetivos mais específicos: Qual posição hierárquica você quer alcançar? Em qual setor você quer atuar? Se você já tem um emprego, pretende se desenvolver nessa mesma empresa? Se não, qual tipo de negócio você se identifica? Ter esses objetivos específicos tornam o plano de carreira personalizado de acordo com o que você pretende alcançar. Um outro conselho para você entender quais próximos passos quer dar, é analisar quais aspectos você gosta na sua função atual e quais você não gosta. Isso pode te ajudar a entender quais áreas podem ter mais adequação

Pós-Graduação: Em quais casos vale a pena fazer?

Fazer uma Pós Graduação é algo que muitos profissionais no início de carreira desejam. No entanto, é necessário tomar alguns cuidados e considerar que cada caso é único. Por isso, antes de tomar sua decisão, é importante levar em consideração alguns pontos que vamos explicar aqui. Se quer saber quais, vale à pena continuar a leitura.   Entenda se fazer uma pós-graduação vale à pena Crescer na carreira é um dos principais pontos que leva os profissionais a buscarem uma maior qualificação. No entanto, será que nesse caso, a Pós-Graduação vale à pena? Para que você saiba se vale ou não, é necessário compreender que seu estudo precisa aumentar a sua em produtividade no trabalho. Por isso, o primeiro passo para pensar se Pós-Graduação vale à pena é se ela vai te proporcionar melhores resultados na função que você desempenha. Pensar em fazer uma pós-graduação apenas por conta de um certificado, sendo que vai agregar pouco aos seus resultados na empresa não faz sentido algum. Além disso, você acredita que uma Pós-Graduação ajudaria a resolver os problemas que você enfrenta no ambiente empresarial? Essa resposta depende da sua ocupação. Para cargos mais técnicos, como por exemplo uma área Jurídica, as aulas teóricas da Pós podem ajudar. No entanto, o mesmo não se observa em outras funções, como Vendas. Nesse contexto, isso não quer dizer que você, que está em áreas menos técnicas, não precise fazer uma Pós. Essa é uma pergunta pessoal, meu objetivo é te ajudar a respondê-la da melhor maneira possível. Para isso, no próximo passo você encontra mais informações se Pós-Graduação vale à pena quando avaliamos a produtividade.   Os resultados gerados pela pós-graduação Se você está aqui, lendo esse artigo, com certeza já pensou se uma Pós-Graduação vale à pena. Por isso, para que você tome a decisão se deve fazer ou não uma Pós, é preciso observar alguns pontos importantes. Dessa forma, o primeiro ponto a ser analisado em uma Pós-Graduação é o valor que ela gera. Nessa linha, quando se fala em geração de valor, pensamos logo em resultados. No entanto, quando você pensa em uma Pós-Graduação, o que vem à sua mente? Pensar em produtividade e Pós-Graduação é pensar em como aplicar essa formação no seu trabalho. Nesse sentido, um ponto para ficar atento é se realmente essa Pós vai te ajudar a crescer profissionalmente. Esse crescimento vem dos resultados gerados por você, não do certificado. Existem 6 pilares fundamentais para você acelerar sua carreira, e se você tem uma pós-graduação mas não tem esses 6 pilares, essa pós não adianta de nada. Além disso, é necessário pensar se, através do conteúdo aprendido, você será capaz de solucionar problemas do ambiente empresarial. Por isso, você precisa pensar com calma. Desse modo, além dos pontos já apresentados aqui, existem outros que você deve analisar. Um deles é a prática, o segundo passo desse artigo.   Quão práticos são os ensinamentos de uma pós? Aplicar o que você aprendeu é muito importante para o seu crescimento profissional. Por isso, é hora de se fazer algumas perguntas. A primeira delas é se uma Pós-Graduação vale à pena quando suas funções são mais práticas. Funções mais práticas são aquelas em que a teoria da faculdade não se aplica muito na rotina de trabalho. Em seguida, você deve pensar em como colocar em prática o que aprendeu nessa formação. Nesse caso, será que uma Pós-Graduação vale à pena? Outro ponto a ser pensado é se, através da Pós, você vai melhorar sua capacidade de resolução de problemas. Se a resposta for não, dificilmente uma formação desse tipo vai ajudar na sua carreira. Todos esses fatores e muitos outros são abordados no vídeo abaixo. Nele, eu te dou mais algumas dicas do que levar em consideração ao pensar se a Pós-Graduação vale à pena para você:       Dessa forma, tenha em mente que, os custos para fazer uma Pós-Graduação são altos. Por isso, se você está disposto a fazer essa formação, precisa pensar em como ela pode te ajudar no seu PDI. Se você não tem um PDI, já está mais do que na hora de fazer o seu. Te garanto que, após montar esse plano, pensar se a Pós-Graduação vale à pena vai se tornar mais fácil. No artigo “PDI: Entenda o que é o Plano de Desenvolvimento Individual e como montar o seu” eu falo mais sobre isso. Agora é hora de avaliarmos mais um critério para saber se uma Pós-Graduação vale à pena: as oportunidades.   Quantas oportunidades a pós-graduação gera? O terceiro pilar para você avaliar se uma Pós-Graduação vale à pena são as oportunidades. Será que você vai ter mais oportunidades no ambiente de trabalho após ter feito uma Pós? Para responder a essa pergunta, é necessário compreender se a empresa em que você trabalha tem alguma política de maior valorização dos Pós-Graduados. Nesse sentido, dificilmente um profissional que gera resultados para a empresa e não tem uma Pós vai ter menos oportunidades que um Pós-Graduado que não gera valor. Por isso, você precisa ter em mente que o seu modo de agir é o que cria oportunidades e não uma qualificação no currículo. A forma como você se relaciona no ambiente de trabalho é o que vai ampliar as suas oportunidades. Dessa forma, se você quer fazer uma Pós para aumentar as oportunidades, saiba que essa não é uma maneira de acelerar sua carreira. Isso porque, a forma mais precisa para subir de cargo é mostrar que você tem desenvolvidas as soft skills necessárias para o mercado de trabalho. Sem essas habilidades, não tem Pós-Graduação que ajude. Sendo assim, o quarto pilar a ser observado se uma Pós-Graduação vale à pena vai levantar uma questão importante: atualização. Que tal continuar a leitura, para entender melhor do que estou falando.   Atualização: Pós-Graduação vale à pena? Muitos profissionais buscam uma Pós para se atualizarem sobre um assunto. Esse é dos pontos positivos para avaliar se uma Pós-Graduação vale à pena. No entanto,

O que é Supply Chain e como é a carreira dentro dessa área

Empresas que reduzem custos operacionais, são mais eficientes, se mostram competitivas no mercado e ainda conseguem aumentar os lucros têm algo em comum. Uma área de Supply Chain (ou cadeia de suprimentos) bem estruturada. Essa é uma abordagem bastante utilizada nas empresas que buscam atingir a máxima eficiência nas operações internas para, consequentemente, entregar o melhor produto ou serviço ao consumidor. Mas não é apenas isso. Por envolver vários segmentos de uma empresa, a área de Supply Chain é bastante complexa. Porém, a abordagem é de grande importância para os negócios. Portanto, se você quer desenvolver sua carreira, precisa entender o que é uma cadeia de suprimentos e como isso funciona na prática. Este artigo é um guia básico para apresentar a Supply Chain e mostrar como é a carreira dentro dessa área. Aproveite a leitura.   O que é Supply Chain? Supply Chain, ou cadeia de suprimentos, pode ser definido como um sistema de produção e entrega de um produto ou serviço, desde o estágio inicial (como a obtenção das matérias-primas) até o seu consumo. Assim, uma cadeia de suprimentos possui métodos e operações em todo o processo de produção, principalmente nas etapas de fabricação, logística e distribuição. Por se tratar de um sistema complexo que envolve o negócio de maneira abrangente, vou dedicar um tópico a explicar mais sobre as áreas de atuação que são abrangidas pela Supply Chain. O principal objetivo da cadeia de suprimentos é garantir uma gestão de estoque eficiente, otimizar os processos e melhorar o fluxo de trabalho na empresa. Ou seja, a Supply Chain é responsável por garantir que os produtos cheguem ao consumidor final na hora certa, na qualidade certa e com o custo ideal.   Supply Chain na prática O ciclo de uma cadeia de suprimentos inicia com a extração da matéria-prima que é levada por um provedor de logística até um fornecedor. De lá, os materiais são levados aos fabricantes que fazem o processo de refinamento e o transformam em um produto acabado. Em seguida, ele segue para um distribuidor que vende o produto para um varejista, que o comercializa para o consumidor final. Para facilitar o entendimento, vamos a um exemplo de como a Supply Chain funciona na prática? Em uma rede de fast food, como o McDonald’s, por exemplo, a agilidade na produção é essencial. Logo, é indispensável que a cadeia de suprimentos funcione de maneira eficiente. Nesse caso, a estrutura da cadeia de suprimentos começa com os produtores agropecuários que produzem matérias-primas, como carne, laticínios e hortaliças. Esses itens passam por um processo de manufatura, e então um Prestador de Serviços Logísticos (PSL) faz com que essas mercadorias cheguem até as unidades da rede. No restaurante, são produzidos os sanduíches e outros produtos que, por fim, são vendidos para o consumidor final. Percebeu como é um longo caminho? Por isso, é imprescindível que todo esse processo seja bem planejado e supervisionado.   Quais áreas o Supply Chain abrange? Já citei que a Supply Chain está presente em praticamente todas etapas e processos do negócio, o que torna um sistema complexo. Para facilitar, a cadeia de suprimentos normalmente é dividida em quatro blocos. São eles: planejamento, fornecimento, produção e entrega. Dessa maneira, o sistema pode ser encontrado em diversas áreas do negócio, incluindo: compras; produção ou manufatura; planejamento; distribuição; logística interna e externa; dentre outras áreas. Para uma boa gestão da cadeia de suprimentos, é essencial que todos esses elementos e setores do negócio estejam integrados.   Práticas recomendadas na cadeia de suprimentos Em um mercado cada vez mais competitivo, pode ser difícil alcançar o sucesso no mundo dos negócios. Contudo, uma cadeia de suprimentos integrada de ponta a ponta pode impulsionar uma empresa, fazendo com que ela se destaque nesse cenário de competitividade. A seguir, selecionei algumas práticas recomendadas para uma boa gestão de Supply Chain. Confira.   Utilize a tecnologia para melhorar os processos A tecnologia é uma boa aliada na cadeia de suprimentos de qualquer negócio. Ela ajuda a manter todas as áreas integradas, além de melhorar a eficiência e reduzir os custos nas operações. Tecnologias, como softwares, também são fundamentais na Supply Chain, contribuindo para a elaboração de um planejamento estratégico e relatório de dados. Esses são apenas alguns exemplos de como a tecnologia pode ser útil em uma cadeia de suprimentos. Mas existem várias outras maneiras de utilizar recursos tecnológicos para aumentar significativamente a eficiência e reduzir os custos nas operações.   Bom relacionamento com fornecedores Manter uma relação saudável com os fornecedores é fundamental para que o negócio alcance suas metas e objetivos, além de entregar um produto de qualidade para o consumidor final. Afinal, mais do que apenas fornecedores de determinado produto, eles são parceiros do negócio. Para isso, é importante estabelecer uma comunicação clara e eficaz e boas estratégias para resolução de conflitos. Isso evita erros nas entregas de mercadorias ou até mesmo outros desentendimentos que podem resultar em problemas mais graves para o negócio.   Estratégias alinhadas Se a estratégia da cadeia de suprimentos não estiver alinhada com as estratégias do negócio, não será possível alcançar o melhor desempenho. Portanto, uma estratégia de Supply Chain eficiente deve estar de acordo com os objetivos da empresa. Isso pode resultar na redução de erros e dos custos operacionais, além de melhorar a qualidade em toda a cadeia de suprimentos.   Como é a carreira em Supply Chain? Um sistema com a complexidade e importância da cadeia de suprimentos, precisa de vários profissionais e uma boa gestão O Job Rotation é uma excelente alternativa para quem deseja explorar diferentes cargos e atuações na Supply Chain. Dentre os cargos na área, temos o Diretor de Supply Chain, que é o profissional responsável por gerenciar e organizar todo o trabalho da cadeia de suprimentos dentro da empresa. Ou seja, o profissional deve assegurar que a estrutura de produção esteja funcionando adequadamente para que o produto ou serviço seja entregue ao consumidor da melhor maneira. Normalmente, os líderes da área de cadeia de suprimentos

Job rotation: entenda o que é e como aplicar em sua empresa

Job rotation: o que é e como aplicar para acelerar sua carreira

Assumir um cargo de liderança no trabalho pode trazer vários benefícios profissionais e financeiros. Porém, para chegar lá, é necessário aprimorar algumas habilidades, adquirir novas experiências e adaptar algumas novas práticas. Para que isso seja possível, fazer um job rotation é essencial. Além de ter um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) bem estruturado, você pode experimentar o job rotation. Basicamente, essa é uma técnica utilizada para aumentar o aprendizado e a satisfação dos funcionários, colocá-los em contato com novos desafios e que também serve como motivação para continuarem na empresa, evitando a rotatividade. Neste artigo, vou explicar o que é job rotation, listar as vantagens e desvantagens e ajudá-lo a descobrir se essa estratégia é adequada para sua carreira.   O que é Job Rotation? Job rotation ou, na tradução, rotação de cargos é uma estratégia na qual os funcionários alternam entre cargos na mesma empresa. Assim, os colaboradores assumem novas tarefas em diferentes setores por um período de tempo. Normalmente, o job rotation é horizontal, ou seja, a mudança de cargo não é uma promoção. Isso porque os colaboradores alternam entre funções que estão no mesmo nível. Ainda assim, o job rotation nas empresas é uma prática que pode resultar em promoções, pois prepara os profissionais para assumir diversas responsabilidades dentro da empresa. Para facilitar o entendimento, vamos a um exemplo: Marcos é um analista financeiro, mas quer expandir seus conhecimentos sobre recursos humanos, na área de recrutamento. Para que isso seja possível, ele precisa propor um job rotation para seu líder, Após conseguir esse job rotation, Marcos mudará para a área de recrutamento, onde terá contato com uma série de novas experiências, conhecimentos e desenvolvendo novas habilidades exigidas por esse novo escopo de função, tornando-o um profissional mais completo. Após esse período de job rotation, ele pode voltar à sua função inicial como analista financeiro, continuar na área de recrutamento ou até mesmo continuar expandindo seus conhecimentos em outros setores dentro da empresa.   Qual o objetivo do job rotation? Mas afinal, qual o objetivo de mudar os membros de uma equipe de uma posição para outra? Na verdade, o job rotation pode ter diferentes finalidades, dependendo da empresa e dos funcionários. Mas o seu principal objetivo é auxiliar no desenvolvimento profissional. Vamos à explicação. O primeiro passo para acelerar a carreira é gerar mais valor para a empresa e isso só é possível a partir do momento que: consegue construir um bom onboarding para acelerar a curva de aprendizagem; entende o escopo de função e tem autonomia sobre ele; alinha as expectativas da forma certa com seu líder; cria iniciativas e projetos de alto valor para sua função; entrega resultados acima do esperado para sua posição. Nesse sentido, o job rotation é uma importante ferramenta para o desenvolvimento profissional, uma vez que a técnica possibilita que o colaborador tenha uma visão ampla do funcionamento da empresa.Com esse conhecimento macro, consequentemente, é possível entregar mais valor em todos os tópicos citados acima. Além disso, ter uma visão mais ampla do negócio faz com que o profissional tenha mais embasamento para participar de reuniões, discussões e expor seu ponto de vista sobre alguns problemas apresentados na empresa, isso porque já teve contato com diferentes experiências por conta do job rotation. Percebeu como esses elementos estão interligados entre si? E, claro, tudo isso pode (e deve) fazer parte de um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI). Para entender o que é PDI e como usar para acelerar sua carreira, sugiro que leia este artigo.   Vantagens do job rotation A prática de rotação de cargos traz muitos benefícios, tanto para profissionais quanto para a instituição. Conheça as principais vantagens do job rotation nas empresas:   1. Oportunidade de aprendizagem Uma das maiores vantagens do job rotation é possibilitar que os profissionais adquiram novos conhecimentos técnicos e até mesmo desenvolvam Soft Skills importantes para a carreira. Vale destacar que a experiência na prática é extremamente valiosa e necessária para o desenvolvimento dos funcionários. Além disso, você estará em contato com novos profissionais, permitindo que você tenha uma troca de experiências com eles e consiga absorver coisas valiosas para sua trajetória profissional.   2. Aumenta a motivação pessoal Quando os membros de uma equipe trocam de função regularmente, eles conseguem diversificar sua rotina e evitar a monotonia. Isso pode aumentar significativamente o engajamento e a satisfação no trabalho. Com isso, todos têm a ganhar.   3. Ajuda a identificar os pontos fortes dos profissionais Seja você um profissional buscando o autoconhecimento ou um líder que quer encontrar as potencialidades da sua equipe, o job rotation é uma boa maneira de alcançar esses objetivos. Afinal de contas, conhecer na prática diferentes setores da empresa, permite explorar as habilidades e descobrir seus pontos fortes e fracos. Depois de identificar onde cada pessoa tem o melhor desempenho, é possível distribuir as tarefas e assumir responsabilidades da maneira mais eficiente.   Desafios do job rotation Mesmo com tantas vantagens, é importante destacar que o job rotation não é para todos. Esse dinamismo de funções, por exemplo, não é recomendado para aqueles profissionais que querem se tornar especialistas naquilo que fazem. No caso de profissionais que buscam uma carreira mais técnica, é necessário ter profundidade para conhecer ao máximo sobre a área escolhida. É por isso que o sistema de job rotation é indicado para aqueles profissionais mais generalistas que buscam cargos de liderança. Nesse caso, o profissional consegue ter uma visão estratégica sobre o negócio, integrando os diferentes setores e delegando as tarefas para os profissionais certos.   Como aplicar o job rotation nas empresas? Planejar e implementar um sistema de job rotation nas empresas é uma tarefa que pode ser feita em conjunto pelo RH, gestores, bem como pelos colaboradores. O ideal é que todos os setores sejam ouvidos para identificar as dificuldades e as lacunas de cada departamento. Além disso, é fundamental compartilhar uma explicação detalhada para que toda a empresa entenda o funcionamento do job rotation. Outras práticas recomendadas para a implementação do

Fórmulas no Excel: As principais fórmulas para mandar bem no trabalho

Fórmulas no Excel sempre pareceu ser algo extremamente complexo, não é? Isso porque as pessoas que ensinam sobre isso dizem para você que precisa aprender 50 fórmulas para conseguir desempenhar bem no trabalho. Mas será mesmo que é necessário essa enxurrada de fórmulas no Excel? Nesse artigo vou reunir meus 9 anos trabalhando em multinacionais, e trazer uma visão diferente do que você sempre ouviu por aí sobre Excel.   Por que aprender a fazer fórmulas no Excel? Usar fórmulas no excel é uma maneira de fazer seu trabalho do dia-a-dia mais eficiente. Ou seja, gastar menos tempo em atividades operacionais e dedicar esse tempo que sobrou para atividades mais estratégicas. Além disso, existem vezes que seu chefe pode pedir para você fazer algum tipo de análise ou tratamento em uma base de dados. Para esses casos, também é importante você entender a fazer fórmulas no Excel. No entanto, após atuar mais de 9 anos em multinacionais, desde estagiário até Gerente de Marketing, pude ver que essa enxurrada de fórmulas que é ensinada por aí não é nem um pouco necessária para sua carreira. Por isso, tendo como objetivo clarear suas prioridades e simplificar sua vida, vou te apresentar as principais fórmulas no Excel que você precisa.   Quais são as formulas no Excel realmente necessárias? Função 01: Função PROCV Essa função é uma das mais utilizadas dentro do Excel, principalmente pelo fato de você precisar cruzar informações entre tabelas no Excel. A função PROCV pega a informação de uma tabela em específico e dispõe essa informação em outro lugar desejado. =PROCV(valor_procurado, matriz_tabela, núm_índice_coluna, [intervalo_pesquisa]) valor_procurado: essa é a informação que você deseja procurar e, por isso, é obrigatória. Ela sempre deve ser a coluna ‘número 1’* da sua lista ou tabela. matriz_tabela: representa o intervalo de células onde estão as informações que você possui, portanto, também é obrigatório. núm_índice_coluna: aqui será usado o número* da coluna de onde você quer encontrar o ‘valor_procurado’. Essa é uma informação obrigatória. intervalo_procurado: essa é a única informação opcional, pois deve ser usada apenas quando quiser especificar uma correspondência exata ou aproximada (sendo “FALSO” para quando pesquisar uma correspondência exata e “VERDADEIRO” se ela puder ser aproximada). Função 02: Função SOMA A Função SOMA, como o nome já diz, serve para somar células de uma tabela em específico. Muitas vezes quando você quer construir um dashboard em Excel, ter a função SOMA te ajuda a consolidar os números de um determinado lugar em uma única célula. Você pode selecionar tanto células em específico como colunas e linhas. =SOMA(núm1; [núm2], …)   Função 03: Função SE Muitas das análises que você faz no Excel depende de uma condicional, e nesses casos você precisa usar a função SE. Essa é uma das funções no Excel mais conhecidas, e é importante saber usar ela no seu trabalho. A Função SE, basicamente quer dizer: = SE(Algo for Verdadeiro, faça tal coisa, caso contrário, faça outra coisa) Portanto, uma instrução SE pode ter dois resultados. O primeiro resultado é se a comparação for Verdadeira, o segundo se a comparação for Falsa. =SE(teste_lógico, [valor_se_verdadeiro], [valor_se_falso]) A estrutura apresentada possui três argumentos, sendo dois deles obrigatórios. Vejamos: teste_lógico: argumento obrigatório, é a condição que será testada através da função. valor_se_verdadeiro: definirá o valor a ser retornado caso o resultado do teste for verdadeiro. É um argumento obrigatório. valor_se_falso: este argumento não é obrigatório. Representa o valor que será retornando se o resultado do teste for falso.   Função 04: SOMASE Essa é uma outra função que, por mais que não seja tão usada no seu dia-a-dia como profissional, é usada de vez em quando então é bom conhecer como funciona. Você pode usar a função SOMASE para somar os valores em uma intervalo que atendem aos critérios que você especificar. = SOMASE(intervalo, critérios, intervalo_soma) A sintaxe da função SOMASE tem os seguintes argumentos: Intervalo: O intervalo de células a ser avaliada por critérios. Células em cada intervalo devem ser números ou nomes, matrizes ou referências que contenham números. Valores em branco e texto são ignorados. Critérios: (Obrigatório) Os critérios na forma de um número, expressão, referência de célula, texto ou função que define quais células serão adicionadas.   Função 05: Função SERRO A função SEERRO no Excel, retorna um valor especificado se uma fórmula gerar um erro; caso contrário, retorna o resultado da fórmula. Quando você faz um PROCV, por exemplo, e ele não encontra a referência marcada, ele retorna com um erro. Se você quiser trocar esse erro por um valor específico, a função SERRO vai te ajudar.. = SEERRO(valor, valor_se_erro) A sintaxe da função SEERRO tem os seguintes argumentos: Valor Obrigatório. O argumento verificado quanto ao erro. Valor_se_erro Obrigatório. O valor a ser retornado se a fórmula gerar um erro.   Função 06: Função E – Função OU Use a função E é uma das funções lógicas, para determinar se todas as condições em um teste forem verdadeiros. A Função OU é uma das funções lógicas, para determinar se alguma condição em um teste é verdadeira. Você acaba usando essas duas funções para construir linhas lógicas entre dados de uma tabela no Excel. = E(“Comparação 1”; “comparação 2″…) = OU(‘valor1’, ‘valor2’, …)   Só essas fórmulas no Excel são suficientes? Ao longo de toda minha carreira eu já tive que fazer as mais diferentes análises e usos para o Excel. E posso te afirmar com a maior certeza do mundo, essas 6 fórmulas no Excel representam 80% dos casos que você vai ter que fazer no seu trabalho. Normalmente quem ensina sobre essa ferramenta gosta de complicar as coisas, passando mais de 50 fórmulas para você decorar sendo que elas quase não tem utilidade para um profissional comum. Portanto, se você estava preocupado com o precisar aprender uma infinidade de fórmulas no Excel, priorize essas 6 que eu passei neste artigo que certamente você já estará bem encaminhado no seu trabalho. Se eu puder te recomendar outra coisa importante para trabalhar bem no Excel é que você também aprenda sobre Tabela Pivot, ou Pivot Table

PDI: Entenda o que é o Plano de Desenvolvimento Individual e como montar o seu

Você já teve a sensação de estar estagnado na carreira? Ou então, quer conseguir uma promoção, mas ainda não se sente preparado para assumir mais responsabilidades? Saiba que esses são desafios comuns, principalmente no início da carreira. A boa notícia é que é possível superar esses obstáculos e se desenvolver profissionalmente com um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI). A ferramenta é útil para profissionais em todos os níveis, desde estagiários e assistentes, até gerentes e executivos. Isso porque o PDI oferece a capacidade de avaliar a carreira atual de maneira objetiva e planejar os próximos passos para o futuro. Quer entender melhor o que é um Plano de Desenvolvimento Individual e como você pode criar o seu? Então continue a leitura!   O que é um Plano de Desenvolvimento Individual? O Plano de Desenvolvimento Individual, também conhecido como PDI, é uma ferramenta essencial no gerenciamento da sua carreira. De maneira geral, o documento ajuda empresas e colaboradores a identificarem os conhecimentos, habilidades e a medir o desempenho do profissional. A ferramenta envolve um plano de ação concreto com etapas para que qualquer profissional possa atingir o nível que deseja. Em outras palavras, podemos definir o Plano de Desenvolvimento Individual como um roteiro para direcionar a carreira a curto, médio e longo prazo. A principal finalidade de um PDI é conciliar os seus objetivos enquanto profissional com os objetivos da empresa. Ou seja, quais habilidades você precisa ter para conseguir dar os próximos passos na sua carreira e, claro, contribuir com o crescimento da instituição. Além disso, o PDI pode ser utilizado como uma ferramenta de autodesenvolvimento profissional. Assim, é possível direcionar o desenvolvimento de uma série de habilidades necessárias para desempenhar melhor a sua função na empresa que trabalha. Passo a passo para fazer um plano de desenvolvimento individual Basicamente, um Plano de Desenvolvimento Individual é um documento simples que deve resumir sua carreira atual e os seus objetivos profissionais a curto, médio e longo prazo. Cada plano é diferente para cada pessoa, mas é importante que o documento tenha alguns elementos-chave, como: Lista de habilidades, talentos e pontos fortes; Lista de pontos fracos; Metas e aspirações profissionais; Plano de ação com seus objetivos e as estratégias para alcançá-los. Confira a seguir as etapas essenciais para você fazer um excelente PDI:   1. Identificar seus pontos que precisam ser desenvolvidos O primeiro passo para fazer seu Plano de Desenvolvimento Individual é identificar quais são suas lacunas, ou seja, quais são os pontos que precisa se desenvolver na na sua função atual para que, dentro de algum tempo, você consiga dar um próximo passo na sua carreira. Mas atenção: a lista de pontos de desenvolvimento precisa ser elaborada em conjunto com o seu líder. Afinal, o seu chefe saberá indicar quais são as habilidades necessárias para a função que você quer desempenhar futuramente. Durante esse passo, você deve incluir Hard Skills, que são habilidades técnicas, como gestão de projetos, programação, operação de equipamentos etc. Além disso, é ainda mais importante incluir as Soft Skills, que são habilidades comportamentais exigidas para desempenhar determinada função. Comunicação, negociação, liderança e resolução de problemas são alguns exemplos. Os profissionais que possuem as Soft Skills certas são os mais valorizados no mercado e, portanto, você deve apostar nelas para crescer na carreira. Para auxiliar em seu PDI, sugiro que assista um vídeo no qual eu explico o que são Soft Skills e quais são as mais importantes para a sua carreira.   2. Definir tópicos de atenção para os próximos meses Depois de identificar as habilidades técnicas e comportamentais que você precisa desenvolver, é importante estabelecer prioridades. Portanto, defina de dois a três tópicos de atenção para os próximos dois meses. Se, por exemplo, você identificou que precisa desenvolver as habilidades de comunicação e gerenciamento de projetos para dar um próximo passo na carreira, se dedique a aprender e praticar esses dois assuntos. Esse passo é essencial em um PDI pois ajuda a mantê-lo focado em seu desenvolvimento, dedicando todos os seus esforços para evoluir naquilo que realmente fará a diferença em sua carreira.   3. Criar um plano baseado no modelo 70:20:10 O próximo passo para criar um bom PDI é definir suas ações utilizando a metodologia de aprendizado 70:20:10. Nesse modelo, o aprendizado é dividido da seguinte maneira: 70% do aprendizado é adquirido com a prática, ou seja, executando novas tarefas e aplicando os conhecimentos. No final das contas, é fundamental que você coloque a mão na massa; 20% do aprendizado vem a partir da troca de experiência e relacionamento com outras pessoas. Por exemplo: mentorias, grupos de discussão, orientação, etc. 10% do conhecimento é adquirido de maneira formal. Isto é, a partir de cursos, palestras, livros, entre outros. Assim, para cada tópico que você resolveu priorizar no passo anterior, é preciso determinar as ações na proporção 70:20:10. Supondo que um colaborador precise melhorar a habilidade de negociação, seu Plano de Desenvolvimento Individual contemplaria: 10% do aprendizado será adquirido com um curso de soft skills focado em negociação, onde você vai receber os direcionamentos para aplicar esse conhecimento na sua empresa; 20% de conhecimento informal será alcançado com mentoria de outros profissionais, troca de experiência com outros alunos e um período de orientação com superiores; 70% do conhecimento prático acontecerá com novas responsabilidades, como a condução de novos processos de negociação com os clientes.   4. Acompanhar o progresso do seu plano de desenvolvimento individual Depois de implementar seu Plano de Desenvolvimento Individual, é hora de garantir que você esteja agindo de acordo com as ações determinadas no plano. Para fazer isso, certifique-se de ter interações regulares com seu chefe para discutir e avaliar o seu progresso enquanto profissional. Além de ser fundamental para acompanhar sua evolução, essa etapa é importante para que seu chefe esteja ciente de todos os seus esforços.   Cuidados ao elaborar seu Plano de Desenvolvimento Individual A atenção a alguns detalhes é fundamental para você não cair em armadilhas e criar um plano de desenvolvimento de carreira mais